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44% das pessoas que compraram casa com a Maxfinance em 2025 auferia entre 1250 a 2500 euros

A Maxfinance traçou um perfil dos compradores de casa em 2025 e concluiu que estes são jovens, urbanos e financeiramente mais conscientes.

09 Mar 2026 - 15:49

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Foto: Unsplash/Jakub Zerdzicki

Foto: Unsplash/Jakub Zerdzicki

A Maxfinance traçou um perfil dos compradores de casa de 2025, baseado em 15 700 contratos formalizados pela empresa no ano transato. Segundo a instituição, ao nível dos rendimentos, 44% dos contratos visavam pessoas com rendimentos mensais que variavam entre 1250 e 2500 euros, “demonstrando que o crédito à habitação continua a ser maioritariamente protagonizado pela classe média ativa”.

“Os dados revelam um mercado cada vez mais jovem, urbano, e financeiramente mais consciente”, sublinha a Maxfinance. A empresa nota que a distinção entre género foi quase irrelevante, com 51,2% dos clientes a serem homens e 48,8% mulheres. Olhando para as idades, a instituição realça que 47% são pessoas até aos 35 anos, 39% estão entre os 35 e os 50 anos e 13% têm mais de 50 anos.

Em termos geográficos, a capital concentra a maior fatia de propostas contratadas, com 23,9%. Surge, em segundo lugar, Aveiro, com 15,1%, e Setúbal a fechar o pódio com 14,5%. Já o Porto aparece em quarto, com 10,7%. A Maxfinance acredita que estes dados confirmam “a forte concentração do crédito à habitação nos principais polos urbanos e nas regiões com maior dinamismo económico”.

A Maxfinance aponta ainda um destaque para “quadros técnicos especializados e profissionais das áreas técnicas e científicas, nomeadamente engenheiros, arquitetos e outros técnicos qualificados, evidenciando, assim, um perfil de comprador com elevada qualificação e estabilidade profissional”.

O CEO da Maxfinance, Francisco Ferreira Lima, considera que “estes números refletem um mercado mais informado e uma geração mais preparada para tomar decisões financeiras estruturantes”. Sublinha que “os clientes que compraram casa em 2025 são mais jovens, mas mais conscientes. Procuram apoio especializado para tomar decisões informadas e seguras”.

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