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CGD mantém comissões bancárias e investe na rede física em 2026
A CGD revela que pretende investir 25 milhões na renovação da sua presença física em 2026.
30 Dez 2025 - 18:16
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Paulo Macedo presidente da Comissão Executiva CGD | Outlook Semestral CGD julho 2025
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A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai manter em 2026 as comissões cobradas sobre serviços aos cerca de quatro milhões de clientes, pelo quarto ano consecutivo, e não prevê encerrar balcões, anunciou a instituição em comunicado. “Este será o quarto ano consecutivo em que a CGD desonera os serviços que presta, na medida em que no período entre 2023 e 2026 (com a inflação estimada para o próximo ano de 2,1%), a redução do valor real das comissões ‘cobradas’ será de mais de 10%”, indica a nota enviada às redações.
O banco público, que afirma deter “a maior rede de balcões do país dos bancos de maior dimensão”, vai investir 25 milhões de euros “na renovação da sua presença física” em 2026, além do investimento na nova sede, que contará com “uma agência de referência”.
“Apesar da rede de balcões representar apenas 1,2% das suas operações bancárias, a CGD mantém uma rede de balcões com cobertura nacional na generalidade dos concelhos do país. Esta capilaridade garante a continuidade dos serviços, nomeadamente em zonas do país onde o atendimento de proximidade continua a ser decisivo”, reitera ainda o comunicado, esclarecendo que não estão previstos encerramentos. Em 2026, a CGD irá também aumentar o número de Gabinetes de Empresas que servem sobretudo as pequenas e médias empresas.
“A Caixa tem um ambicioso plano estratégico até 2028. Os nossos clientes desempenham, nesse plano, um papel central. Em 2026, a CGD não aumentará, na sequência do que já fez nos últimos anos, o custo dos serviços que presta aos seus clientes, reduzindo o seu preçário em termos reais, reforçando no preço a sua competitividade”, afirma Paulo Moita de Macedo, CEO do banco público, citado no comunicado.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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