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Crédito à habitação cresce pelo 13.º mês consecutivo e atinge 133,2 mil milhões

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Os depósitos aumentaram 6,8%. O crédito à habitação atingiu 102,8 mil milhões de euros. Empresas registaram taxas variadas, com microempresas a crescer 7,3%.

27 Fev 2025 - 13:29

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Foto: Pixabay

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O montante total de empréstimos subiu cerca de 4,7% em janeiro, em termos homólogos, para 133,2 mil milhões de euros, um máximo desde março de 2013, tendo os depósitos subido 6,8% no mesmo período. De acordo com o banco central, a subida mensal foi de 421 milhões de euros, 415 milhões dos quais referentes ao crédito à habitação e seis milhões de euros relativos aos empréstimos ao consumo. No final de janeiro, o ‘stock’ de empréstimos para a habitação totalizava 102,8 mil milhões de euros e o valor de crédito ao consumo e outros fins somava 30,4 mil milhões de euros, representando taxas de variação anuais respetivas de 4,1% e 7,3%.

Segundo os dados divulgados nesta quinta-feira pelo Banco de Portugal (BdP), no final de janeiro havia 133,2 milhões de euros emprestados a particulares, o que representava uma taxa de variação anual – que exclui o impacto das variações que não tenham sido motivadas por transações propriamente ditas – de 4,7%.

No final do primeiro mês do ano, o crédito pessoal totalizava 12,6 mil milhões de euros (taxa de variação anual de 7,3%), o crédito automóvel 8,4 mil milhões de euros (taxa de variação anual de 10,1%) e cartões de crédito e outros fins 3,2 mil milhões de euros (taxa de variação anual de 8%).

Para empresas, o ‘stock’ era de 72,8 mil milhões de euros, mais 281 milhões de euros do que em dezembro e uma taxa de variação anual de 1,3%. Por dimensão, as microempresas e as grandes empresas tiveram taxas de variação positivas de 7,3% e 2,8%, respetivamente, enquanto as pequenas e as médias empresas registaram taxas negativas de 0,5% e 4,8%. Os setores das indústrias e eletricidade e do comércio, transportes e alojamento apresentaram, em janeiro, taxas de variação anual negativas, de -0,6% e -0,2%, respetivamente (-1,3% e -1,6% em dezembro), enquanto construção e atividades imobiliárias registaram uma tva de 6,0%.

Quanto a depósitos, o ‘stock’ no final de janeiro era de 192,6 mil milhões de euros, menos 117 milhões de euros do que em dezembro, mas o suficiente para uma taxa de variação de 6,8% – que, apesar de positiva, teve o seu terceiro mês consecutivo de descidas. A diminuição em cadeia foi atribuída pelo BdP à “diminuição de 153 milhões de euros das responsabilidades à vista (constituídas quase na íntegra pelos depósitos à ordem), compensada pelo aumento de 35 milhões de euros dos depósitos a prazo (que incluem os depósitos com prazo acordado e os depósitos com pré-aviso).

Entre as empresas, o volume de depósitos nos bancos residentes era, no final de janeiro, de 68,4 mil milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação de 8,7%, apesar da descida de 1,02 mil milhões de euros face a dezembro.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

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