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Empresário brasileiro com ativos congelados devido ao caso Banco Master

O Banco Master encontra-se sob investigação desde novembro, altura em que foi liquidado pelo Banco Central do Brasil.

20 Jan 2026 - 16:19

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Foto: Banco Master

Foto: Banco Master

O caso do Banco Master – liquidado por ordem do Banco Central do Brasil em novembro passado – não está próximo encerrar, com vários avanços a surgirem semana após semana. Na passada sexta-feira, Nelson Tanure, um empresário brasileiro, viu o Supremo Tribunal do Brasil autorizar o congelamento dos seus ativos, pedido pelo Ministério Público do Brasil, devido à investigação ao banco.

Segundo os documentos consultados pela Reuters, Tanure é visto como um “parceiro escondido” do Banco Master, tendo uma posição na instituição financeira de forma direta ou através de instrumentos financeiros.

O empresário tem contestado esta associação sua ao banco. O seu advogado lançou um comunicado nesta segunda-feira onde reitera que Tanure nunca fez uma transação que sustente tais acusações, segundo a Reuters.

Recentemente, a Reuters reportou que, de acordo com fontes do Ministério Público do Brasil, a investigação sobre o Banco Master pode levar até meio ano. A mesma fonte indicou que os procuradores têm de rever registos do banco e fiscais referentes a 101 indivíduos e empresas, bem como provas recolhidas de 42 locais, fruto de mandados aprovados pelo Supremo Tribunal.

Assim, é improvável que haja conclusões sobre o caso na primeira metade deste ano. Apenas após esta investigação é que os procuradores vão decidir se avançam com acusações contra os envolvidos ou não, incluindo o acionista maioritário, Daniel Vorcaro. Os advogados de Vorcaro têm reiterado a sua cooperação com as autoridades e afastam a existência de fraude cometida pelo acionista.

A Reuters recorda que estas provas surgiram na sequência de uma segunda fase da operação da polícia federal, na passada quarta-feira. A primeira fase, recorde-se, diz respeito aos alegados créditos fraudulentos que colocaram o Banco Master na mira do banco central e levaram à sua liquidação, precisamente devido a problemas de liquidez, em novembro passado.

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