3 min leitura
“Festa de Casamento” por Pieter Brueghel, o Jovem no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo em Évora
Bem-vindos à primeira edição da newsletter fim de semana com arte. Descubra a coleção do novobanco distribuída por 18 regiões de país e aproveite o fim de semana a visitar
25 Mar 2025 - 11:18
3 min leitura
#image_title
Mais recentes
- BCE tem várias reservas sobre proposta da Comissão para simplificação de regras em matéria de IA
- O ministro e o equívoco sobre a banca
- Juiz arquiva investigações contra Powell
- Pedro Pimenta: “Falar em finanças sustentáveis é falar no financiamento do futuro da economia”
- ESMA vai testar em conjunto com consumidores eliminação de barreiras de acesso ao mercado de capitais
- Tiago Vilaça reeleito para liderar os intermediários de crédito
#image_title
Obra em Destaque – Pieter Brueghel o Jovem
Festa de Casamento, 1620
Óleo sobre madeira de carvalho, 75 x 107 cm
Pieter Brueghel, o Jovem, realizou esta pintura reproduzindo com pequenas variantes uma composição do seu pai, Pieter Bruegel, o Velho (1525-1569). O interesse pelos temas rurais, pela representação de figuras anónimas, a vontade de captar o ambiente e a “narrativa em movimento”, observar o comportamento humano, foram inovações marcantes na pintura da época. Apesar de durante muitos anos ter sido visto sobretudo como um artista que seguiu e divulgou o estilo do pai, Brueghel, o Jovem revela uma exímia competência no desenho e na pintura, trazendo também novos contributos iconográficos, que traduzem uma visão mais pragmática e realista do mundo. Até agora conhecem-se cinco versões desta “Festa de casamento”, atribuídas a Brueghel, o Jovem. Apenas duas estão datadas e assinadas, sendo esta a mais antiga das versões datadas.
Museu em destaque

Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo
O Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, instalado no antigo Arcebispado, situa-se no centro historico da cidade de Évora. Este museu alberga uma notável coleção de arte sacra, arqueologia e arte decorativa que conta a história da região desde a pré-história até aos nossos dias. As suas salas exibem peças únicas, incluindo esculturas medievais, pinturas flamengas (onde figura a obra em destaque, acervo do Novo Banco) e uma importante coleção de azulejaria portuguesa.
Aberto ao público em 1921, no edifício do Palácio Amaral, transitou pouco tempo depois para o atual edifício, incorporando em 1936, o Museu Arqueológico. Para além dos importantes núcleos de Arte e Arqueologia, destaca-se a coleções de pintura que abrange o período do século XV ao XX, com predominância de autores portugueses, como Baltazar Gomes Figueira e sua filha Josefa de Óbidos, e de pinturas pertencentes às Igrejas e Conventos extintos da cidade. Merecem destaque os retábulos flamengos do Altar-mor da Sé de Évora e da Capela do Esporão, o Tríptico do Conventinho de Valverde, de Gregório Lopes, bem como os Frei Carlos do Convento do Espinheiro e Francisco Henriques, pintor de São Francisco de Évora. Na coleção de pintura estrangeira, pertencente em grande parte a Frei Manuel do Cenáculo, destacam-se obras da escola Holandesa e Italiana.
Visitas: terça-feira a domingo
9h30-13h00; 14h00-17h30
Sugestões de Alojamento

s.ekfjbalsebfÇWIEFÇOASIHEF
<ADÇaidjçAJDAJD-LAJD-LKa
<a.d-ladd-AMD-amd-çMAD-Ç
Os restaurantes

aeishfnsfçsoiehfisefiefiesfl-sl-f
aijefasjefºpasjefajsefojaeofjaosejf
sifasejfasjefajefojaseofjsjfasjfojsof
Mais recentes
- BCE tem várias reservas sobre proposta da Comissão para simplificação de regras em matéria de IA
- O ministro e o equívoco sobre a banca
- Juiz arquiva investigações contra Powell
- Pedro Pimenta: “Falar em finanças sustentáveis é falar no financiamento do futuro da economia”
- ESMA vai testar em conjunto com consumidores eliminação de barreiras de acesso ao mercado de capitais
- Tiago Vilaça reeleito para liderar os intermediários de crédito