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Instituições financeiras pedem menos divergências na regulamentação e supervisão bancária entre países europeus

Associação dos Mercados Financeiros Europeus considera que os bancos na Europa enfrentam um “labirinto de regras nacionais, sistemas de garantia de depósitos fragmentados e práticas de supervisão inconsistentes”.

03 Set 2025 - 08:09

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Foto: Adobe Stock/luaeva

Foto: Adobe Stock/luaeva

A Associação dos Mercados Financeiros Europeus (AFME) acredita que divergências na regulamentação e supervisão bancária entre países europeus prejudicam o potencial de crescimento além das fronteiras nacionais e pede a eliminação de barreiras à concorrência com outras grandes potências.

Num relatório sobre o estado da União Bancária publicado nesta terça-feira, a organização — que representa mais de 150 entidades europeias de serviços financeiros, incluindo grandes bancos — destaca que existem barreiras resultantes, sobretudo, da discricionariedade concedida aos Estados na aplicação das regras da União Europeia (UE).

“Os bancos na Europa enfrentam um labirinto de regras nacionais, sistemas de garantia de depósitos fragmentados e práticas de supervisão inconsistentes. Essa complexidade significa que, por exemplo, potenciais fusões transfronteiriças tornam-se negociações custosas e demoradas, desencorajando a consolidação que poderia tornar o setor mais competitivo”, observa Caroline Liesegang, diretora de Gestão de Capital e Risco da AFME.

O documento destaca que os serviços bancários transfronteiriços na Europa permanecem “mínimos” e que as fusões e aquisições transfronteiriças diminuíram nas últimas duas décadas, limitando a consolidação e os ganhos de eficiência no setor.

A AFME estima que os grupos bancários da UE têm dificuldades para alcançar economias de escala superiores a 450 mil milhões de euros em ativos devido à fragmentação regulatória e às barreiras persistentes, que também prejudicam a competitividade em relação aos concorrentes globais.

Para mitigar os problemas identificados, a organização recomenda a implementação de isenções transfronteiriças, a harmonização das ações dos Estados ao lidar com as exposições de risco de entidades dentro do mesmo grupo e a revisão dos requisitos “para garantir que os bancos europeus permaneçam globalmente competitivos”, entre outras medidas.

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

 

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