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Joachim Nagel: União de Poupança da UE é “mais urgente” do que União Bancária

O presidente do Bundesbank e membro do Conselho do BCE considera que é necessário canalizar capital disponível para investimentos mais produtivos para um crescimento de longo prazo.

20 Jun 2025 - 13:04

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Joachim Nagel, presidente do Bundesbank | Foto: Bundesbank

Joachim Nagel, presidente do Bundesbank | Foto: Bundesbank

O membro do Conselho do Banco Central Europeu (BCE), Joachim Nagel, afirmou esta quarta-feira que a criação de uma União de Poupança na União Europeia é “mais urgente” do que a conclusão da União Bancária, sublinhando a importância de mobilizar poupanças para impulsionar o investimento na região.

“Na minha opinião, a União de Poupança é ainda mais urgente do que a União Bancária”, declarou Nagel, que também é presidente do Bundesbank, numa conferência organizada pelo BCE, segundo avança a agência Reuters.

Segundo Nagel, apesar de os mercados de capitais europeus continuarem fragmentados, uma verdadeira União de Poupança poderá desempenhar um papel essencial na canalização do capital disponível para investimentos mais produtivos, especialmente numa altura em que a Europa procura reforçar o seu crescimento económico de longo prazo.

O responsável referiu que é preciso assegurar que a poupança gerada na Europa é investida de forma eficiente e em benefício da economia europeia, sublinhando que o atual enquadramento não está a funcionar de forma ótima nesse sentido.

Nagel acrescentou ainda que uma maior integração financeira poderá apoiar o esforço do BCE em transmitir eficazmente a sua política monetária, reforçando a estabilidade e a resiliência do sistema financeiro europeu.

A União de Poupança tem sido discutida como um passo essencial para aprofundar a integração financeira na UE, mas os avanços têm sido lentos devido a divergências políticas entre os Estados-membros.

Esta declaração de Nagel surge num momento em que a Comissão Europeia e os responsáveis políticos do euro tentam revitalizar o debate sobre a integração financeira, numa altura em que os desafios económicos e geopolíticos exigem respostas coordenadas e eficazes.

 

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