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Maria Luís Albuquerque: “Existe um forte apoio em Portugal à União da Poupança e dos Investimentos”
Comissária Europeia faz balanço de dois dias de trabalho com supervisores e o sistema financeiro nacional
23 Fev 2026 - 19:06
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Vítor Bento presidente da Associação Portuguesa de Bancos e Maria Luís Albuquerque Comissária Europeia dos Serviços Financeiros FotoLinkedin
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Vítor Bento presidente da Associação Portuguesa de Bancos e Maria Luís Albuquerque Comissária Europeia dos Serviços Financeiros FotoLinkedin
A Comissária Europeia para os Serviços Financeiros, Maria Luís Albuquerque, fez nesta segunda-feira o balanço da sua visita de dois dias a Portugal, durante a qual se reuniu com supervisores, bancos e outros agentes do sistema financeiro, bem como com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.
“Nos dias 19 e 20 de fevereiro, tive a oportunidade de me reunir com líderes políticos, supervisores, participantes do mercado, parceiros sociais, estudantes e cidadãos — e de sentir em primeira mão a abertura e a ambição que continuam a moldar o ecossistema financeiro português”, referiu a comissária na rede social LinkedIn.
A responsável afirmou que “regressar a Portugal como Comissária Europeia para os Serviços Financeiros e a União da Poupança e dos Investimentos foi um momento simultaneamente profissional e profundamente pessoal”.
“Dos encontros com representantes de seguradoras, bancos, fundos de investimento, fintechs e capital de risco, às discussões com organizações de consumidores e parceiros sociais, a mensagem foi clara: existe um forte apoio a um Mercado Único mais aprofundado e ao avanço da União da Poupança e dos Investimentos, para que as poupanças europeias possam financiar melhor o crescimento, a inovação e as oportunidades”, acrescentou.
Um momento especialmente marcante para a comissária foi o diálogo “Talking with the Future”, com estudantes da Nova SBE. “Ouvir as suas questões e ambições é um poderoso lembrete de que as nossas políticas devem servir as pessoas e criar oportunidades reais”, afirmou.
“Regressar a casa significa também reencontrar a energia dos stakeholders portugueses — desde seguradoras e mercados de capitais a defensores dos consumidores e inovadores — que estão a ajudar a moldar o futuro financeiro da Europa”, concluiu.
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