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Montepio apoia consórcio em emissão de ‘Green Bonds’ no valor de 4,15 milhões

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A emissão de 'Green Bonds' visa apoiar um projeto em Vila do Conde que troca luzes convencionais por LED, reduzindo consumo de energia e emissões de gases.

26 Fev 2025 - 12:50

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Foto: Pexels/Karolina Grabowska

Foto: Pexels/Karolina Grabowska

O Banco Montepio apoiou uma emissão de ‘Green Bonds’ no valor de 4,15 milhões de euros de um consórcio liderado pela I-Sete e pela Amener. Denominada “VILA DO CONDE SMARTLIGHT 2025-2032”, a emissão deu-se por oferta particular e direta, tendo o Montepio atuado como coordenador global e investidor e, por consequência, assumindo a responsabilidade pela organização e montagem da operação, subscrevendo a mesma.

A emissão visa apoiar um projeto na área da eficiência energética desenvolvido pelo consórcio acima referido, explica o banco em comunicado. “Consiste na substituição integral de luminárias convencionais por luminárias de tecnologia LED que apresentam uma menor pegada carbónica e benefícios ambientais acrescidos e na implementação de um sistema de monitorização (telegestão) em 15% das luminárias, permite uma redução do consumo de energia e a uma redução de emissões de gases com efeitos de estufa”, adianta a instituição. Este projeto vai ser implementado nos sistemas de iluminação pública do município de Vila do Conde.

As empresas que lideram o consórcio, a I-Sete e a Amener, operam na área dos serviços energéticos e contam com vários projetos de eficiência implementados em Portugal continental, segundo revela o Montepio.

O CEO do Banco Montepio, Pedro Leitão, realça o compromisso do banco em “ser um catalisador de mudanças sustentáveis”. “Através da nossa participação na emissão de Obrigações Verdes, estamos não apenas a apoiar o desenvolvimento de tecnologias limpas, mas também a contribuir para um futuro mais sustentável e responsável”, acredita.

A emissão cumpre com as condições estabelecidas nos ‘Green Bonds Principles’, da Associação Internacional de Mercados de Capitais, conforme a ‘Second Party Opinion’ emitida por uma entidade eterna independente que considera que este projeto contribui para o ODS 7 – Energias Renováveis e Acessíveis e o ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestruturas, adianta ainda o Montepio.

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