2 min leitura
Subida do endividamento de empresas privadas em máximo de dois anos e particulares com novo recorde em novembro
O endividamento do setor não financeiro teve um aumento em novembro de 2025, de 2,6 mil milhões, para 859,2 mil milhões.
22 Jan 2026 - 12:00
2 min leitura
Foto Unsplash
Mais recentes
- Banca tradicional está (pouco) mais preparada para enfrentar fraudes no futuro do que as ‘fintechs’
- Onde se escondeu o Fundo Soberano?
- MP alerta para campanhas de phishing contra clientes do Banco CTT
- Ministro das Finanças alemão confirma que quer representação na cúpula do BCE
- Supervisor financeiro alemão multa Volkswagen em 1,2 milhões de euros
- CE decide sobre aquisição do Commerzbank pelo UniCredit a 16 de novembro
Foto Unsplash
O endividamento do setor não financeiro teve um aumento em novembro de 2025, de 2,6 mil milhões, para 859,2 mil milhões. No setor privado, destaca-se o novo recorde do crescimento homólogo do endividamento dos particulares desde o início da série, em 8,6%, bem como o aumento para as empresas privadas, de 3,12%, um máximo de dois anos. No mês anterior, estes aumentos tinham sido de 8,32% e 2,44%, respetivamente.
O setor privado não financeiro endividou-se em mais 1,6 mil milhões, totalizando 479,7 mil milhões, de acordo com os dados divulgados pelo Banco de Portugal. Da subida registada, 1,1 mil milhões dizem respeito aos particulares, sobretudo perante os bancos, por via do crédito à habitação, tal como tem sido a tendência.
Do lado das empresas, o aumento de 500 milhões deu-se maioritariamente perante o setor financeiro e o exterior, com 300 milhões para cada um dos casos, maioritariamente sob a forma de empréstimos. Recorde-se que, devido aos arredondamentos, os valores apresentados pelo banco central podem nem sempre coincidir.
Olhando para o setor público, este contraiu mais mil milhões em dívida, ascendendo a 379,5 mil milhões. Segundo explica o Banco de Portugal, o aumento deu-se, sobretudo, perante as administrações públicas, em 2,8 mil milhões, “refletindo o aumento das responsabilidades em depósitos junto do Tesouro e em empréstimos”, em 1,8 mil milhões e 600 milhões, respetivamente.
No sentido inverso, o endividamento do setor público caiu 1,5 mil milhões perante o exterior e 400 milhões perante o setor financeiro, devido à amortização líquida de títulos de dívida pública portuguesa.
Mais recentes
- Banca tradicional está (pouco) mais preparada para enfrentar fraudes no futuro do que as ‘fintechs’
- Onde se escondeu o Fundo Soberano?
- MP alerta para campanhas de phishing contra clientes do Banco CTT
- Ministro das Finanças alemão confirma que quer representação na cúpula do BCE
- CE decide sobre aquisição do Commerzbank pelo UniCredit a 16 de novembro
- Conselho da UE dá «luz verde» para que a ESMA assuma a supervisão direta dos principais operadores dos mercados de capitais e de criptoativos