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Taxa máxima para créditos pessoais desce ou mantém-se no início de 2026
Banco de Portugal baixou taxa máxima para créditos em áreas como saúde ou educação para 8,3% e manteve em os restantes créditos pessoais em 15,6%.
04 Dez 2025 - 11:18
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O Banco de Portugal revelou, nesta quarta-feira, as taxas máximas aplicáveis no crédito ao consumo no primeiro trimestre de 2026. No âmbito dos créditos pessoais, o banco central decidiu que, para educação, saúde, transição energética e locação financeira de equipamentos, a taxa máxima é de 8,3%, o que implica uma redução de 0,3 pontos percentuais (pp) face ao trimestre anterior. Já nos outros créditos pessoais, o valor continua fixado em 15,6%.
No caso do crédito automóvel, apenas a compra de automóveis novos tem um aumento da taxa máxima, de 10,8% para 10,9%. A compra de usados, por outro lado, baixa de 14,2% para 14,1%. No que diz respeito à locação financeira ou aluguer de longa duração de automóveis novos, há uma redução da taxa máxima de 5,4% para 5,1% e, para os usados, de 6,9% para 6,5%.
Na vertente dos cartões e descoberto, há uma subida de 0,1 pp para 18,9%, tanto em cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto como em ultrapassagens de crédito.
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