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UniCredit internaliza atividades de back-office da custódia de títulos
Iniciativa visa simplificar processos e melhorar as operações do banco. Mais de 200 oportunidades de emprego serão criadas no total, nomeadamente 140 na Alemanha e 60 em Itália
14 Jan 2025 - 08:44
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Andrea Orcel CEO do UniCredit | Foto UniCredit
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Andrea Orcel CEO do UniCredit | Foto UniCredit
O UniCredit anunciou planos para internalizar as suas operações de back-office de custódia de títulos em Itália e na Alemanha, normalizando a configuração e os fornecedores, numa iniciativa que criará mais de 200 novas oportunidades de emprego.
A internalização envolverá a criação de uma plataforma tecnológica de back-office para o negócio de custódia de títulos do banco, inicialmente centrada na Alemanha, e a afetação de novos recursos para a gestão interna destas operações.
A decisão resultará na criação de mais de 140 novas oportunidades de emprego na Alemanha, onde o serviço era anteriormente maioritariamente subcontratado. E outras 60 em Itália, aproveitando o mercado e o programa de requalificação profissional que o banco acordou recentemente com os sindicatos.
“Continuamos a centrar-nos na simplificação da nossa atividade – internalizando as cadeias de valor e tirando partido da nossa escala para podermos ter um maior impacto em nome dos nossos clientes. Esta última mudança para serviços de custódia é mais um passo nessa direção, dando-nos uma base mais forte e mais flexível para atender às necessidades dos nossos clientes”, afirma Richard Burton, diretor de Client Solutions do UniCredit, em comunicado.
A mudança faz parte de uma otimização a nível do Grupo do serviço de custódia de títulos, com o objetivo de criar uma abordagem normalizada em Itália e na Alemanha, apoiada por parceiros comuns e por uma plataforma tecnológica moderna.
“Estamos constantemente a desenvolver os nossos processos e a analisar se faz sentido criar conhecimentos especializados internamente em vez de os subcontratar. Vemos um grande potencial nos serviços de custódia para reforçar as nossas atividades na Alemanha e, ao mesmo tempo, maximizar as sinergias em todo o Grupo”, afirmou Marion Höllinger, CEO do HypoVereinsbank.
Segundo o banco, tal proporcionará uma base “mais segura, flexível e económica para a prestação de serviços de custódia, uma maior proximidade com os clientes e agilidade na execução”.
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