2 min leitura
Universitários deixam banca fora do Top 10 de melhores empresas para trabalhar em Portugal
O Santander Portugal continua a ser o banco mais bem posicionado do setor, seguido pela CGD. O BCP protagoniza a maior subida e o Novo Banco, por outro lado, a maior queda.
12 Mar 2026 - 14:05
2 min leitura
Setor bancário nacional
Mais recentes
- A próxima geração de clientes herda o património, mas não o gestor dos pais
- Teresa Cardoso de Menezes: “O mais difícil de construir e replicar não é o algoritmo, mas a qualidade, profundidade e governação dos dados que o alimentam”
- Duas subidas e uma (ligeira) queda: Portugal mantém três programas no ‘ranking’ de Executive MBA do FT
- Isabel Ucha: «Esperemos que Portugal possa aprender com os exemplos da Irlanda, de Espanha e da Grécia nas Contas Poupança Investimento»
- Banca tradicional está (pouco) mais preparada para enfrentar fraudes no futuro do que as ‘fintechs’
- Onde se escondeu o Fundo Soberano?
Setor bancário nacional
A Merco revelou o seu ‘ranking’ de melhores empresas para trabalhar, de acordo com os estudantes universitários, e a banca não conseguiu o 10. Ou melhor, não conseguiu um lugar no Top 10. O único banco que marcava presença na edição anterior, o Santander Portugal, caiu dois lugares para 11.º com uma pontuação de 6664.
Entre os agentes do setor financeiro, as quedas foram a regra, com a exceção do Millennium BCP, que conseguiu uma notável subida de 48 lugares. Esta instituição conseguiu uma pontuação de 5812, ficando em 25.º lugar. A destacar-se pela positiva aparecem ainda a Revolut e a SIBS, em 85.º e 89.º, respetivamente, sendo que não tinham lugar no Top 100 na edição anterior.
No sentido inverso, o Novo Banco protagonizou a maior queda. O banco liderado por Mark Bourke desce da 40.ª posição para o 97.º lugar, registando 3022 pontos.
Voltando aos lugares cimeiros, e apesar da subida considerável do BCP, a Caixa Geral de Depósitos pontua 5976 e segura a 2.ª posição entre os bancos, ficando em 18.º no ‘ranking’ geral, o que equivale a uma descida de três lugares. Já o BPI regista uma queda de quatro posições, ficando em 31.º. A empresa conseguiu 5677 pontos.
O BNP Paribas teve uma queda mais acentuada, do 19.º lugar para o 37.º. O banco francês – que emprega em Portugal mais de 9 mil pessoas – teve 5319 pontos. Também o Banco Montepio viu a sua posição deteriorar. A instituição ficou a meio da tabela, em 50.º, com 4670 pontos. É uma descida de 13 posições.
Na área da banca em específico aparecem ainda o Eurobic (agora ABANCA Portugal), a Natixis, a Mastercard e o Crédito Agrícola, ocupando os lugares 9, 10, 11 e 12, respetivamente. Estas empresas, contudo, não constam do Top 100 geral. Também fora do Top 100, mas em 8.º na área de informática e software surge a Feedzai.
O ‘ranking’ geral é liderado pela Microsoft, que mantém a posição de destaque. A Sonae e a Google ocupam o 2.º e 3.º lugares, respetivamente, trocando de posição face ao ano anterior.
Mais recentes
- A próxima geração de clientes herda o património, mas não o gestor dos pais
- Teresa Cardoso de Menezes: “O mais difícil de construir e replicar não é o algoritmo, mas a qualidade, profundidade e governação dos dados que o alimentam”
- Duas subidas e uma (ligeira) queda: Portugal mantém três programas no ‘ranking’ de Executive MBA do FT
- Isabel Ucha: «Esperemos que Portugal possa aprender com os exemplos da Irlanda, de Espanha e da Grécia nas Contas Poupança Investimento»
- Banca tradicional está (pouco) mais preparada para enfrentar fraudes no futuro do que as ‘fintechs’
- Onde se escondeu o Fundo Soberano?