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Ações cotadas tiveram em fevereiro maior valorização em mais de cinco anos

As ações cotadas de residentes atingiram, em fevereiro, um valor total de 82 mil milhões de euros, mais 5 mil milhões do que no mês anterior, segundo os dados do Banco de Portugal.

17 Mar 2026 - 15:45

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Foto: Adobe Stock/Leonid

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As ações cotadas emitidas por entidades residentes atingiram, em fevereiro, um montante total de 82 mil milhões de euros, mais 5 mil milhões do que no final de janeiro. Segundo os dados revelados pelo Banco de Portugal (BdP) nesta terça-feira, esta é a maior valorização das ações cotadas de residentes desde novembro de 2020, sendo também a justificação para a evolução do valor global.

As empresas não financeiras tiveram uma valorização de 5,4 mil milhões, enquanto as ações do setor financeiro caíram 340 milhões.

Por sua vez, os títulos de dívida emitidos por entidades residentes atingiram um valor total de 325,7 mil milhões no final de fevereiro, uma subida de 3,9 mil milhões em cadeia. Para este aumento, esclarece o banco central, contribuíram sobretudo as emissões de títulos das administrações públicas, que excederam as amortizações em 2,4 mil milhões.

“Os títulos de dívida das administrações públicas registaram ainda juros corridos, no valor de 0,3 mil milhões de euros, e o pagamento de cupões no valor de 0,7 mil milhões de euros. Esta evolução resultou num impacto líquido de juros de -0,4 mil milhões de euros no valor total de títulos de dívida”, acrescentou o Banco de Portugal. “Para o aumento do valor total dos títulos de dívida contribuíram também as valorizações, de 1,7 mil milhões de euros, concentradas nos títulos de dívida emitidos pelas administrações públicas”, informa.

O montante total dos títulos de dívida emitidos pelas administrações públicas ascendiam, no final de fevereiro, a 194 mil milhões. Segundo o BdP, as emissões líquidas de amortizações acumuladas no ano correspondem a 7,9 mil milhões, o que fica 2,5 mil milhões acima de fevereiro de 2025.

O BdP adianta ainda que estão previstas, para os próximos 12 meses, amortizações de títulos no valor de 48,6 mil milhões, o que equivale a 14,7% do ‘stock’ de títulos vivos. “Destacam-se a amortização de títulos de dívida de empresas não financeiras prevista para março de 2026, de 6,5 mil milhões de euros, e a amortização de títulos de dívida das administrações públicas, prevista para julho de 2026, de 11,7 mil milhões de euros”, aponta o supervisor.

No que diz respeito aos títulos de dívida ESG, estes ascendiam a 13,5 mil milhões no final de fevereiro, menos 205 milhões do que no mês anterior. As amortizações superaram as emissões em 202 milhões, que, acrescidas da desvalorização, resultaram nesta descida. Os títulos ESG ativos correspondem a 4,1% do ‘stock’ total de títulos.

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