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Álvaro Santos Pereira no retiro do BCE em França
Segundo apurou o Jornal PT50 o governador do Banco de Portugal é um dos participantes na reunião do Conselho que se realiza em França, esta terça e quarta-feira.
07 Abr 2026 - 17:24
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Álvaro Santos Pereira e Christine Lagarde/Foto: BCE
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Álvaro Santos Pereira e Christine Lagarde/Foto: BCE
O governador do Banco de Portugal está em França para o retiro anual do Conselho do Banco Central Europeu (BCE), que reúne os seis membros da Comissão Executiva e os governadores dos bancos centrais da zona euro, apurou o Jornal PT50. Este ano, o encontro de dois dias (terça e quarta-feira) é organizado pelo banco central francês, uma vez que, no ano passado, foi Portugal o anfitrião, ao receber no Porto os membros do BCE e os vários supervisores do Eurosistema.
A guerra no Médio Oriente e as suas implicações para as decisões de política monetária que o BCE terá de tomar serão um dos temas centrais da reunião. A grande questão é saber se o BCE vai subir já a taxa de juro (atualmente nos 2%) ou se irá aguardar mais algum tempo pelos desenvolvimentos do conflito que opõe os Estados Unidos e Israel ao Irão.

Retiro do Banco Central Europeu em 2025 no Porto
“A resposta do BCE ao atual choque nos preços da energia estará assente na nossa estratégia de política monetária, que está bem preparada para nos ajudar a lidar com esta situação”, afirmou a presidente Christine Lagarde na semana passada.
A responsável já tinha alertado, no final de março, para a possibilidade de existir um otimismo excessivo face à reação dos mercados à guerra no Médio Oriente, referindo-se a um “verdadeiro choque” em matéria de energia. “Estamos perante um verdadeiro choque — que provavelmente vai além do que podemos imaginar neste momento”, afirmou Lagarde, aludindo à destruição de infraestruturas energéticas.
Já no que se refere à reação dos mercados financeiros, a presidente do BCE reconheceu, em entrevista ao The Economist, a possibilidade de existir um otimismo excessivo, acrescentando que a recuperação dos danos causados pela guerra poderá levar vários anos.
“Nesta crise, estamos a aprender, quase dia após dia, quais serão as consequências reais, quais os países mais afetados e quais as ‘commodities’ que terão maior procura”, sublinhou.
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