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Banco Carregosa nega ligação a “práticas ilícitas” na origem das buscas de ontem
O Banco Carregosa adianta que não foi constituído arguido, assim como nenhum colaborador ou administrador da empresa. A instituição nega qualquer irregularidade nos seus procedimentos.
15 Out 2026 - 10:26
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Foto Banco Carregosa
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Foto Banco Carregosa
O Banco Carregosa garante que “é alheio às alegadas práticas ilícitas a que fazem referência as notícias divulgadas” no dia de ontem. A instituição refere-se às buscas levadas a cabo pelas autoridades nas suas instalações e nas do BAI, entre outras empresas, devido a um esquema relacionado com isenções de IMT.
Segundo esclarece o banco, em comunicado, “o montante de 66 milhões de euros de possíveis fraudes referido nas notícias não diz respeito” à instituição, “nem corresponde ao valor de qualquer operação, exposição ou contingência que lhe seja imputável”. Mais ainda, a entidade bancária reitera que “não identifica qualquer irregularidade nos procedimentos adotados, refutando, portanto, qualquer imputação de responsabilidade por práticas contrárias à lei”.
O Banco Carregosa revela que não foi constituído arguido, assim como nenhum dos seus administradores, diretores ou colaboradores. A instituição não antecipa qualquer impacto material na sua atividade ou resultados decorrente dos acontecimentos em causa.
A empresa liderada por Maria Cândida Rocha e Silva assegura que “pauta a sua atuação pelos mais elevados padrões de integridade, rigor, transparência e cumprimento das obrigações legais e regulamentares”. O banco adianta que vai continuar a colaborar com as autoridades, afirmando que tem “plena confiança na correção da sua atuação”.
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