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BBVA pretende adiar início da OPA sobre Banco Sabadell para setembro
Acionistas do Banco Sabadell reúnem a 6 de agosto para decidir sobre venda do TSB e dividendo extraordinário. BBVA quer oferta com informação mais atualizada possível.
22 Jul 2025 - 11:48
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Foto: BBVA
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O BBVA fez um pedido para adiar o início da Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre o Banco Sabadell para setembro, com o intuito de ter a informação mais atualizada possível para a sua oferta, segundo fonte oficial do banco citada pela agência Reuters. O Banco Sabadell tem uma assembleia de acionistas agendada para dia 6 de agosto, onde vai aprovar a venda da unidade britânica TSB e do consequente dividendo a distribuir.
O regulador do mercado espanhol, CNMV, citado pela Reuters, considerou que o pedido do banco era “adequado”, de modo a que os acionistas do Sabadell tivessem toda a informação possível antes de decidirem sobre a venda das suas ações ao abrigo da OPA. A legislação espanhola requer que a administração de um banco visado por uma OPA tenha aprovação dos acionistas antes de qualquer decisão que possa interferir com a operação de aquisição.
Tanto o BBVA como a CNMV esperam que os termos da oferta sejam aprovados antes do início da OPA.
A fusão destes dois bancos vai criar uma entidade com a segunda maior carteira de crédito em Espanha, destronando o CaixaBank desta posição.
A venda do TSB ao Santander foi acordada no início de julho por 3,1 mil milhões de euros. O Banco Sabadell anunciou que pretende distribuir aos acionistas um dividendo extraordinário de 2,5 mil milhões, fruto desta transação. Contudo, está previsto que este dividendo seja pago apenas em janeiro e a quem ainda for acionista do banco à data, o que pode demover acionistas de venderem as suas posições ao abrigo da OPA.
A aquisição do Sabadell pelo BBVA já tem todas as autorizações previstas, incluindo a do Governo espanhol, que impôs algumas condições, nomeadamente o impedimento da fusão das entidades nos três anos seguintes à compra. Apesar das barreiras, o BBVA decidiu seguir em frente com o negócio e pode até recorrer à justiça para eliminar os obstáculos do Governo. Estas condicionantes valeram a Espanha a abertura de um processo por parte da Comissão Europeia, que já deixou claro ser a única, a par das autoridades da concorrência, a ter palavra em fusões de empresas.
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