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BCE dá “luz verde” ao Conselho de Administração do Novo Banco
Equipa para o mandato de 2025 a 2028 aprovada pelo supervisor europeu. Mark Bourke é confirmado como CEO cargo que desempenha desde 2022
26 Ago 2025 - 10:41
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Mark Bouke, CEO do Novo Banco
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Mark Bouke, CEO do Novo Banco
O Novo Banco comunicou nesta terça-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que recebeu do Banco Central Europeu (BCE) a notificação da decisão de ‘fit and proper’ relativamente aos membros do Conselho de Administração Executivo para o mandato de quatro anos (2025–2028), o qual, a partir da presente data, é composto por: Mark Bourke – Chief Executive Officer (CEO), Benjamin Dickgiesser – Chief Financial Officer (CFO), Luís Ribeiro – Chief Commercial Officer Corporate (CCOC), João Paixão Moreira – Chief Commercial Officer Retail (CCOR), Patrícia Fonseca – Chief Legal, Compliance and Sustainability Officer (CLCSO), Carmen Garcia Gonçalves – Chief Risk Officer (CRO) e Rui Fontes – Chief Credit Officer (CCO).
Recorde-se que, desde 4 de novembro de 2014, o BCE é responsável pelas decisões relativas à nomeação de todos os membros dos órgãos de administração das instituições de crédito significativas, ou seja, aquelas sob a sua supervisão direta. Os critérios de avaliação dos administradores foram revistos em 2018 e novamente em 2021.
O processo de avaliação ‘fit and proper’ (adequação e idoneidade) é feito com base em cinco critérios: experiência; idoneidade; ausência de conflitos de interesse e independência de espírito; disponibilidade de tempo suficiente para o exercício do cargo; e adequação coletiva. Estes critérios aplicam-se a todos os membros dos órgãos de administração, quer executivos (gestão), quer não executivos (fiscalização), de todas as instituições sob supervisão direta do BCE, sejam instituições de crédito ou companhias financeiras (mistas).
Mark Bourke ingressou no Novo Banco como Chief Financial Officer (CFO) em março de 2019 e, em agosto de 2022, foi nomeado Chief Executive Officer (CEO). Com esta designação, inicia agora um segundo mandato como CEO, o que faz com que fique ligado quase uma década à instituição financeira portuguesa.
Recorde-se que, no passado mês de junho, o Novo Banco foi vendido pela Lone Star ao grupo francês BPCE por 6,4 mil milhões de euros, operação que permitirá ao Estado português recuperar quase 2 mil milhões de euros dos fundos públicos injetados na instituição.
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