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BlackRock prevê FED com estratégia menos agressiva no corte de juros
Futuras decisões vão depender dos novos dados sobre o mercado de trabalho
18 Set 2025 - 14:12
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A BlackRock considera que a estratégia da Reserva Federal norte-americana (FED) em relação às taxas de juro dependerá mais dos novos dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos e menos de uma “estratégia agressiva” de descida das taxas.
De acordo com Jean Boivin, diretor do BlackRock Investment Institute, “o presidente da FED, Jerome Powell, referiu-se a esta decisão como um corte de gestão de risco, sublinhando que se trata de uma forma de seguro contra os sinais crescentes de fragilidade no mercado laboral. Tal como temos salientado – e Powell reforçou na quarta-feira – qualquer futura flexibilização da política dependerá de dados que confirmem que a fraqueza do mercado laboral é real e persistente”.
Para os especialistas da BlackRock, “é relevante que apenas um membro com direito de voto no FOMC tenha defendido um corte maior, de 50 pontos base, e que os dissidentes anteriores tenham alinhado com a maioria. Isso reforça a nossa visão e sugere que, por agora, a dimensão do afrouxamento da política da FED dependerá fortemente dos dados, em vez de uma série agressiva de cortes das taxas. Em suma: acreditamos que um enfraquecimento adicional do mercado laboral dará cobertura a novos cortes por parte da FED – mas será necessário que isso se concretize”.
Segundo Jean Boivin, “mais uma vez, a fraqueza do mercado laboral deu à FED margem para retomar os cortes das taxas. Essa tensão entre inflação e custos da dívida poderá reacender-se facilmente se os cortes da FED impulsionarem a confiança empresarial – e, consequentemente, a contratação. Para já, os mercados entendem que essa tensão está a dissipar-se – e o prémio exigido pelos investidores pelo risco de deter obrigações de longo prazo caiu acentuadamente nas últimas semanas”.
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