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Caixa Geral de Depósitos é o primeiro banco a lançar uma linha de crédito de apoio às vítimas dos incêndios
Financiamento de 40 milhões de euros para necessidades urgentes e alargamento até 10 anos nos empréstimos à habitação, com carência de capital ou de capital e juros até 6 meses, respeitando o limite de idade de 80 anos.
28 Ago 2025 - 18:21
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Foto: Jornal PT50 | Luís Alves Almeida
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Foto: Jornal PT50 | Luís Alves Almeida
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o primeiro banco a operar em Portugal a lançar um conjunto de iniciativas para apoiar as vítimas dos incêndios. Segundo um comunicado do banco público revelado nesta quinta-feira, a CGD implementou, com carácter imediato, medidas de apoio através de condições diferenciadas de financiamento no valor de 40 milhões de euros, destinadas a famílias e empresas clientes que foram afetadas pelos incêndios ocorridos durante o mês de agosto, sobretudo nas regiões Norte e Centro.
Este apoio será materializado de forma rápida e concreta, estando disponível a partir de agora para clientes particulares, empresas, pequenos negócios e empresários em nome individual, com imóveis ou atividade nos setores primário, agroindústria, turismo rural e indústria, localizados nas regiões afetadas.
Segundo a CGD, “este conjunto de medidas de apoio aos clientes afetados tem como objetivo mitigar e dar resposta a necessidades urgentes de curto prazo, em áreas concretas como alimentação de animais, limpeza florestal, reposição de equipamentos e capacidade produtiva, bem como outras iniciativas de investimento, nomeadamente de reconstrução, prevenção e reforço de resiliência”.
No que se refere aos particulares, a Caixa vai alargar o prazo dos atuais contratos de crédito à habitação até 10 anos, com carência de capital ou de capital e juros até 6 meses, respeitando o limite de idade de 80 anos. O banco público oferece também a possibilidade de alteração das condições dos contratos de crédito em vigor para taxa mista, incluindo ainda condições especiais para reconstrução ou reparação de habitações e infraestruturas atingidas, bem como condições especiais em crédito pessoal para aquisição de bens.
“Estas medidas foram concebidas para responder de imediato às necessidades de famílias e empresas das regiões afetadas, garantindo soluções rápidas e eficazes para apoiar a recuperação, e são um complemento aos apoios públicos já anunciados”, acrescenta o banco público.
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