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Deutsche Bank vê bancos centrais com reservas em ativos digitais em 2030
Banco alemão anunciou o seu primeiro pagamento internacional realizado através da plataforma blockchain da Partior.
26 Set 2025 - 16:32
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Foto: Deutsche Bank
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Foto: Deutsche Bank
O banco alemão Deutsche Bank publicou um relatório do seu instituto intitulado “Bitcoin vs. Ouro: O Futuro das Reservas de Bancos Centrais até 2030”, no qual avalia a possibilidade de o bitcoin se juntar ao ouro como parte das reservas dos bancos centrais. O estudo comparou ambos os ativos com os padrões tradicionais de reserva, como volatilidade, liquidez e confiança, e projetou que, até 2030, os bancos centrais possam deter ambos nas suas reservas.
O relatório destacou ainda o papel duradouro do ouro como ativo de refúgio, com os preços a atingirem um recorde de 3.703 dólares por onça em setembro, devido à forte procura dos bancos centrais perante os riscos geopolíticos. Já o bitcoin também disparou, ultrapassando brevemente os 123.500 dólares em agosto. Os analistas do Deutsche Bank concluíram que “há espaço para que tanto o ouro como o bitcoin coexistam nos balanços dos bancos centrais até 2030”.
O Deutsche Bank anunciou esta semana ter realizado com sucesso o seu primeiro pagamento internacional denominado em euros através da plataforma blockchain da Partior. A transação foi efetuada em conjunto com o DBS, o maior banco do Sudeste Asiático em ativos. O Deutsche Bank atuou como banco responsável pela liquidação financeira na plataforma e o DBS como banco beneficiário.
Enquanto um dos maiores bancos de compensação do setor, o Deutsche Bank investiu na Partior em 2024 e finalizou o acordo de adesão à plataforma em maio de 2025, com o objetivo de oferecer liquidação em tempo real e de forma segura. Esta transação em tempo real representa um marco importante para o futuro das soluções de pagamentos internacionais disponibilizadas pelo Deutsche Bank a clientes institucionais.
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