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Intesa Sanpaolo vê lucro subir para 9,32 mil milhões com redução de custos operacionais e impostos

O Intesa Sanpaolo reportou uma quebra de 5,9% na margem financeira, parcialmente compensada pela subida nas comissões e no negócio dos seguros.

02 Fev 2026 - 15:47

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foto: Intesa Sanpaolo

foto: Intesa Sanpaolo

O maior banco de Itália, Intesa Sanpaolo, conseguiu um aumento de 7,6% do lucro, ascendendo a 9,32 mil milhões, em 2025. A instituição contou com uma redução nos custos e nos impostos para compensar a subida quase indetetável das receitas, segundo os dados divulgados nesta segunda-feira.

O banco conseguiu rendimentos totais de 27,27 mil milhões, ficando 0,6% acima do ano anterior. A margem financeira baixou 5,9% para 14,8 mil milhões, sofrendo uma contração causada pela descida dos juros do BCE. Em sentido contrário, as receitas de comissões aumentaram 6,3% para 9,98 mil milhões, enquanto o negócio segurador rendeu 1,82 mil milhões, mais 4,6%.

As despesas operacionais do banco totalizaram 11,5 mil milhões, o que configura uma redução de 0,6% face ao ano anterior. Ainda assim, a maior redução de custos não se deu nestes 70 milhões de euros que o banco poupou, mas sim nos impostos que pagou a menos. Em 2025, o Intesa Sanpaolo teve um custo de 3,58 mil milhões com impostos, o que implica uma redução de 11,6% em comparação com 2024, traduzindo-se numa diferença de cerca de 470 milhões.

O rácio de eficiência do banco foi de 42,2%.

Já o rácio NPL bruto fechou o ano em 1,8% e o rácio CET1 fixou-se em 13,9%, 110 pontos base acima do valor registado um ano antes.

Analisando as várias linhas de negócio do Intesa Sanpaolo, é possível averiguar que apenas os seguros apresentaram uma redução do lucro face ao ano anterior, em 22,2%. Por outro lado, as áreas de gestão de ativos e ‘corporate and investment banking’ foram as que cresceram mais, em 61,7% e 30,7%, respetivamente.

O Intesa Sanpaolo vai propor um dividendo total de 6,5 mil milhões aos acionistas. O banco já pagou um dividendo intercalar de 3,2 mil milhões em novembro e os restantes 3,3 mil milhões serão pagos em maio, caso seja aprovado. Paralelamente, a instituição pretende lançar, em julho, um programa de recompra de ações de 2,3 mil milhões, que já tem autorização do Banco Central Europeu e necessita da luz verde dos acionistas.

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