2 min leitura
Italiano BPM assegura compra da gestora de fundos Anima com 89,9% de participação
BPM adquiriu cerca de 68% da Anima Holding, que se juntam aos 22% já detidos. Negócio avançou apesar da ausência do 'danish compromise', rejeitado recentemente pelo BCE.
07 Abr 2025 - 10:59
2 min leitura
Foto: Wikimedia
Mais recentes
- Banco Mundial aprova pacote de 1,1 mil milhões de dólares para reformas em Angola
- BCE garante estar vigilante face a riscos inflacionistas
- Supervisão das criptomoedas vai sacrificar privacidade dos clientes bancários
- Margem contrai, mas lucro não cede: resultados dos maiores bancos nacionais sobe para 5,22 mil milhões em 2025
- Suspeitas de corrupção no Banco Central do Brasil no caso do Banco Master
- Novo Banco com lucros históricos de 828,1 milhões em 2025
Foto: Wikimedia
O Banca Popolare di Milano (BPM) garantiu a compra da Anima Holding, alcançando uma posição total de 89,9% da empresa após a oferta. O banco adquiriu cerca de 68% do capital da empresa, ao qual se juntam os cerca de 22% já detidos, segundo as contas da Agência Reuters.
O banco italiano propôs-se a comprar a gestora em novembro passado, pouco antes de ser ele próprio alvo de uma Oferta Pública de Aquisição por parte do rival maior UniCredit.
Recentemente, o negócio da Anima tinha tido um obstáculo, ao receber uma rejeição por parte do Banco Central Europeu (BCE) de poder fazer uso do ‘danish compromise’. Contudo, os acionistas do BPM já haviam autorizado que a compra fosse em frente de qualquer forma. Por outro lado, o UniCredit teve luz verde do BCE e do regulador do mercado italiano para avançar com a compra do BPM, com o período de oferta a começar a 28 de abril.
O CEO do UniCredit, Andrea Orcel, reiterou que a compra da Anima e a rejeição do ‘danish compromise’ reforçavam o baixo prémio que o UniCredit oferecia pelo BPM. Neste sentido, o segundo maior banco de Itália mantém a porta aberta ao abandono do negócio caso este possa prejudicar os seus dividendos, como Orcel já deixou claro no passado.
Mais recentes
- Banco Mundial aprova pacote de 1,1 mil milhões de dólares para reformas em Angola
- BCE garante estar vigilante face a riscos inflacionistas
- Supervisão das criptomoedas vai sacrificar privacidade dos clientes bancários
- Margem contrai, mas lucro não cede: resultados dos maiores bancos nacionais sobe para 5,22 mil milhões em 2025
- Suspeitas de corrupção no Banco Central do Brasil no caso do Banco Master
- Novo Banco com lucros históricos de 828,1 milhões em 2025