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Lucro do Santander Portugal quebra 6,8% até setembro para 728,2 milhões

O produto bancário caiu 11,6%, essencialmente devido à quebra de 17,3% na margem financeira. Já a carteira de crédito do Santander Portugal subiu 8,9%.

29 Out 2025 - 09:41

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Santander | Foto: Rigby/JornalPT50

Santander | Foto: Rigby/JornalPT50

O Santander Portugal alcançou um lucro de 728,2 milhões de euros entre janeiro e setembro deste ano, o que fica 6,8% abaixo dos 778,1 milhões obtidos em igual período de 2024. Nestes nove meses, o banco conseguiu, contudo, um RoTE de 32%, ficando 7,8 pontos percentuais (pp) acima do período homólogo.

O Santander viu o produto bancário reduzido em 11,6%, fixando-se em 1,42 mil milhões. Para isto contribuiu a queda da margem financeira, em 17,3%, para 1,03 mil milhões. Esta descida está, como nos últimos meses, relacionada com a redução das taxas de juro pelo Banco Central Europeu. Por outro lado, as receitas com comissões tiveram uma subida de 5,9% para 365,2 milhões.

No que diz respeito aos custos operacionais, a instituição está a manter estes sob controlo, tendo, entre janeiro e setembro, acumulado despesas no valor de 388,4 milhões. Isto configura uma redução de 0,4% em relação aos mesmos meses de 2024. Esta atenção às despesas vai ao encontro da análise da DBRS, lançada na terça-feira. O rácio de eficiência, contudo, subiu 3,1 pp para 27,3%.

A carteira de crédito bruto do Santander Portugal teve um aumento de 8,9%, atingindo 52,1 mil milhões. Mais especificamente, o banco viu aumentar a sua carteira hipotecária em 7,4%, para 24,7 mil milhões. Olhando para a linha da garantia pública para jovens na habitação, o Santander informa que já concedeu 768 milhões ao abrigo desta medida. Recorde-se que o Santander é o banco que ficou com a maior fatia do financiamento público para a habitação jovem, com 259,3 milhões.

Já os recursos dos clientes tiveram um incremento de 6,5% para 48,6 mil milhões. Os depósitos subiram 5,6% para 39,1 mil milhões e os recursos fora e balanço ascenderam a 9,5 mil milhões, o que equivale a uma subida de 9,9%. Neste último, destacam-se os fundos de investimento geridos ou comercializados pelo Santander Portugal, com um aumento 16,8% para 5,5 mil milhões.

Em termos de capitalização, o Santander Portugal apresentou um rácio CET1 de 13,5%, menos 3,2 pp do que em setembro de 2024.

Por sua vez, o rácio NPE baixou 0,3 pp para 1,7%. O custo do crédito teve também uma descida, de 0,05 pp, fixando-se em 0,01%.

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