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Lucro do UBS sobe 52% para 5,64 mil milhões até setembro

O terceiro trimestre mostrou lucros de 2,13 mil milhões. A integração do Credit Suisse prossegue, tendo já sido integradas mais de 700 mil contas, de acordo com o UBS.

29 Out 2025 - 12:00

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Foto: Unsplash/Claudio Schwarz

Foto: Unsplash/Claudio Schwarz

O UBS, maior banco da Suíça, anunciou nesta quarta-feira que obteve um lucro líquido de 6,57 mil milhões de dólares (5,64 mil milhões de euros) nos primeiros nove meses do ano, mais 52% do que no mesmo período de 2024. A receita do banco, consolidado como um dos gigantes do setor na Europa após a aquisição do Credit Suisse em 2023, totalizou 37,4 mil milhões de dólares (32,1 mil milhões de euros) de janeiro a setembro, um aumento de 1,2% em relação ao ano anterior.

A entidade também divulgou os números do terceiro trimestre, no qual os lucros líquidos totalizaram 2,48 mil milhões de dólares (2,13 mil milhões), mais 74% do que no mesmo período de 2024, enquanto a receita cresceu 3,4% em relação ao ano anterior, totalizando 12,8 mil milhões de dólares (11 mil milhões de euros).

“Conseguimos um excelente desempenho financeiro no terceiro trimestre de 2025, impulsionado por um forte dinamismo nos nossos negócios principais e uma execução disciplinada das nossas prioridades estratégicas”, avaliou o CEO Sergio Ermotti no relatório de resultados. Ermotti também destacou o “balanço sólido e resistente em todos os tipos de ambientes” e a intensa atividade de clientes privados e institucionais que lhes permitiu aproximar-se dos sete biliões de dólares (6 biliões de euros) em ativos sob gestão, mais 4% do que em meados do ano.

Em concreto, no terceiro trimestre, os novos ativos líquidos da divisão de gestão global de patrimónios atingiram 38 mil milhões de dólares (32,6 mil milhões de euros), e o total acumulado no ano elevou-se para 92 mil milhões de dólares (78,9 mil milhões de euros), o que já quase cumpre o objetivo, de 100 mil milhões de dólares (85,8 mil milhões de euros), fixado para todo o ano de 2025.

O UBS também sublinhou que o processo de integração do Credit Suisse – adquirido a pedido do Governo suíço para evitar a respetiva falência – continua, com mais de 700 mil contas de clientes já transferidas de uma entidade para outra. Isto representa mais de dois terços das contas de clientes que o UBS previa transferir, destacou o relatório, acrescentando que a integração da divisão de gestão de ativos já foi praticamente concluída e que, no processo, foram economizados 10 mil milhões de dólares (8,6 mil milhões de euros) em custos um trimestre antes do previsto.

No relatório, o UBS confirmou que solicitou licença para operar nos Estados Unidos, com o objetivo de atender os seus clientes na divisão de gestão de fortunas, e sublinhou a crescente implementação da inteligência artificial nas suas atividades. Esta opção levou o UBS a nomear até mesmo um conselheiro responsável por essa nova tecnologia (Daniele Magazzeni), que já é utilizada por 85 mil dos seus funcionários.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

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