1 min leitura
UBS pede licença bancária nos EUA
O UBS anunciou também uma reestruturação ao nível da direção no final da semana passada.
27 Out 2025 - 15:18
1 min leitura
Foto: Unsplash/Claudio Schwarz
Mais recentes
- Banco de Portugal aproveita avaliação do FMI para reforçar a exigência de que as medidas macroprudenciais sejam obrigatórias
- Lisboa vai receber encontro anual do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento em 2029
- Trocas entre o Santander Totta e o Banco CTT
- BCE admite possibilidade de subir mínimo de ativos para bancos serem considerados de grande dimensão
- Banca portuguesa está resiliente mas riscos devem ser monitorizados
- BdP quer evitar “comunicações defensivas” dos bancos no combate ao branqueamento de capitais
Foto: Unsplash/Claudio Schwarz
O banco suíço UBS pediu uma licença bancária nacional para atuar nos Estados Unidos. Esta medida vem reforçar a sua ambição de crescimento no país.
Segundo um memorando interno consultado pela Reuters, a instituição fez o pedido para a dita licença para o UBS Bank USA. O memorando foi enviado aos colaboradores pelo presidente do UBS Americas, Rob Karofsky, e o diretor de Global Wealth Management US, Michael Camacho.
O UBS anunciou ainda, em comunicado, no final da semana passada, uma reestruturação dos cargos de topo. O ‘chief compliance and governance officer’, Markus Ronner, foi nomeado vice-presidente do Conselho de Administração. A ‘chief integration officer’, Michelle Bereaux, passa a ser diretora de ‘Compliance and Operational Risk Control’ do grupo. Já a diretora de ‘Non-core and Legacy’, Beatriz Martin, passa a ‘chief operating officer’, funções que acumula com as de presidente para a zona EMEA e CEO do banco no Reino Unido.
Mais recentes
- Banco de Portugal aproveita avaliação do FMI para reforçar a exigência de que as medidas macroprudenciais sejam obrigatórias
- Lisboa vai receber encontro anual do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento em 2029
- Trocas entre o Santander Totta e o Banco CTT
- BCE admite possibilidade de subir mínimo de ativos para bancos serem considerados de grande dimensão
- Banca portuguesa está resiliente mas riscos devem ser monitorizados
- BdP quer evitar “comunicações defensivas” dos bancos no combate ao branqueamento de capitais