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Portugueses colocam mais 325 milhões em Certificados de Aforro
São já 12 meses consecutivos de crescimento destes instrumentos de poupança; subscrições de agosto foram inferiores às de julho
19 Set 2025 - 11:01
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
Os portugueses subscreveram mais 325 milhões de euros em Certificados de Aforro em agosto face ao mês anterior, revelou nesta sexta-feira o Banco de Portugal. Foi batido mais um recorde destes instrumentos de dívida pública nas mãos das famílias: o montante total ascende agora a 38,5 mil milhões de euros, mais 4,6 mil milhões do que em agosto de 2024.
Apesar da rentabilidade destes instrumentos de poupança estar a cair — a série F, atualmente a única disponível, viu a sua taxa bruta de remuneração descer de 2,011% em julho para 1,987% em agosto —, a verdade é que há já 12 meses consecutivos que a subscrição destes títulos de dívida não pára de crescer. No entanto, o valor das subscrições em agosto foi inferior ao registado em julho face a junho: nesse mês tinham sido aplicados mais 404 milhões de euros, enquanto em junho as novas subscrições tinham somado 319 milhões face a maio.
Recorde-se que, segundo a intervenção do presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), Pedro Cabeços, na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública (COFAP) no início deste mês, a emissão líquida de instrumentos de retalho (Certificados de Aforro + Certificados do Tesouro) alcançou, até julho, os 2,4 mil milhões de euros.
Pedro Cabeços adiantou ainda, na mesma ocasião, que está já tudo preparado para o processo de desmaterialização integral dos Certificados de Aforro, que decorrerá entre 5 de janeiro de 2026 e 28 de novembro de 2029.
O procedimento implicará a entrega dos certificados físicos, a confirmação e/ou atualização dos dados da conta aforro (e do aforrista) e a emissão de um novo extrato atualizado. Esta conversão será assegurada pelos CTT ou por entidades autorizadas, a divulgar pelo IGCP.
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