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Sobem os juros dos Certificados de Aforro
A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) anunciou uma taxa de juro de 2,044% a partir de novembro, face aos 2,009% de outubro.
03 Nov 2025 - 11:40
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
A taxa de juro bruta para novas subscrições de Certificados de Aforro, Série F, em novembro de 2025, foi fixada em 2,044%, o que representa uma ligeira subida em relação aos 2,009% de outubro e aos 2,028% de setembro.
As famílias portuguesas continuam a aplicar as suas poupanças em Certificados de Aforro e, no final de setembro, já tinham investido neste instrumento financeiro mais de 39 mil milhões de euros, o que representou um aumento de 491 milhões face ao mês de agosto.
Há 12 meses consecutivos que estes instrumentos de poupança colocados pelo Estado à disposição dos cidadãos estão a crescer em volume de aplicações, segundo revelou o Banco de Portugal.
Recorde-se que a Série F, a única atualmente ativa, tem a sua rentabilidade calculada através de uma taxa-base determinada mensalmente no antepenúltimo dia útil do mês, para vigorar durante o mês seguinte. Essa taxa é calculada com base na média dos valores da Euribor a três meses observados nos últimos dez dias úteis antes do cálculo, sendo o resultado arredondado à terceira casa decimal. A taxa não pode ser superior a 2,5% nem inferior a 0%.
Além dessa taxa, existe um prémio de permanência, pago no início do segundo ano de subscrição até ao fim do quinto ano, de 0,25%.
No início do sexto ano e até ao fim do nono ano, o prémio de permanência sobe para 0,50%, que é somado à taxa-base.
Nos décimo e décimo primeiro anos, acrescenta-se mais 1% à taxa-base.
Nos décimo segundo e décimo terceiro anos, soma-se 1,50%, e nos décimo quarto e décimo quinto anos, 1,75% à taxa-base.
Todos os juros têm capitalização automática a cada três meses. No final de cada trimestre, os juros a que o investidor tiver direito são automaticamente somados ao capital aplicado, permitindo que a poupança renda mais no trimestre seguinte.
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