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Taxa de poupança das famílias recua para 12,1% no segundo trimestre

O Rendimento Disponível Bruto das famílias aumentou 1,4% face ao trimestre anterior como resultado do crescimento de 1,6% das remunerações, secundado pelos aumentos do Valor Acrescentado Bruto e das prestações sociais recebidas.

23 Set 2026 - 12:44

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Foto Pexels

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A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou nesta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). Segundo o INE, o crescimento do Rendimento Disponível Bruto (RDB), conjugado com o aumento de 1,7% da despesa de consumo final (1,3% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupança das famílias de 12,1%.

O RDB das famílias aumentou 1,4% face ao trimestre anterior, de acordo com o gabinete de estatísticas, “como resultado do crescimento de 1,6% das remunerações, secundado pelos aumentos do Valor Acrescentado Bruto (VAB) e das prestações sociais recebidas”.

Já a capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB), menos 0,2 pp que no trimestre precedente e que no trimestre homólogo. Este resultado refletiu a “redução da Poupança e o aumento da Formação Bruta de Capital”, explica o INE.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

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