2 min leitura
“Temos na Unicre uma cultura de inovação responsável”
Teresa Florência, CISO da Unicre, explicou como a exigência dos consumidores não pode comprometer a segurança.
07 Out 2025 - 17:47
2 min leitura
Foto: Bow Media
Mais recentes
- Francisca Guedes de Oliveira: “A supervisão não existe para travar a inovação ou limitar o desenvolvimento”
- Autoridade da Concorrência da Turquia investiga empresas de auditoria, incluindo as unidades locais das ‘big four’
- Pierrakakis escreve a António Costa: “Finanças digitais são fundamentais para a soberania económica da Europa”
- CTT sondam consultoras para explorar opções para o Banco CTT, incluindo a possibilidade de venda
- Citi evacua escritórios no Dubai após ameaças iranianas
- BCE multa Nordea Finance em 2,2 milhões de euros
Foto: Bow Media
“A principal preocupação é que a inovação não comprometa a segurança nem a confiança do próprio consumidor. Como entidade de pagamentos, o nosso ativo mais valioso é a confiança do consumidor”, afirmou Teresa Florência, Chief Information Security Officer (CISO), durante o primeiro painel da Conferência sobre Cibersegurança no Setor Financeiro, organizada pelo Jornal PT50.
A responsável recordou que “redefinimos o setor financeiro, tornando-o mais ágil. Mas, para quem gere o risco cibernético, isso veio trazer algumas preocupações adicionais”, acrescentando: “Durante muito tempo, o risco cibernético foi entregue às equipas de IT, mas agora faz parte integrante da estratégia das organizações. O risco deixou de ser medido apenas por perdas operacionais e passou a ser avaliado pelo impacto reputacional.”
A CISO da Unicre adiantou que a organização segue os mais exigentes padrões internacionais em matéria de segurança nos sistemas de pagamentos: “É isso que também transmite confiança ao consumidor.”
Consumidor esse que é cada vez mais exigente — que procura soluções mais rápidas, personalizadas e integradas, possíveis apenas através da inovação.
“Na Unicre existe uma cultura de inovação responsável, em que cada produto e cada solução têm de ser submetidos a uma análise rigorosa de risco e cumprir os exigentes requisitos internacionais”, afirmou Teresa Florência, que sublinhou ainda a importância da cultura organizacional: “A segurança não vive só da tecnologia. A cultura nas organizações é essencial — as pessoas devem estar envolvidas na segurança, e ver a segurança não como um entrave à inovação, mas como aquilo que a torna sustentável.”
Mais recentes
- Francisca Guedes de Oliveira: “A supervisão não existe para travar a inovação ou limitar o desenvolvimento”
- Autoridade da Concorrência da Turquia investiga empresas de auditoria, incluindo as unidades locais das ‘big four’
- Pierrakakis escreve a António Costa: “Finanças digitais são fundamentais para a soberania económica da Europa”
- CTT sondam consultoras para explorar opções para o Banco CTT, incluindo a possibilidade de venda
- Citi evacua escritórios no Dubai após ameaças iranianas
- BCE multa Nordea Finance em 2,2 milhões de euros