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Barclays adia medidas mais restritivas de retorno ao escritório
O Barclays queria implementar três dias no escritório a partir da próxima segunda-feira, mas adiou essa exigência para 2027. Sindicato quer isenção para colaboradores que moram mais longe.
29 Set 2026 - 17:37
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O Barclays decidiu adiar a exigência de três dias no escritório para os colaboradores britânicos após uma revolta por parte dos trabalhadores e a intervenção do sindicato Unite. As medidas que deviam entrar em vigor já na segunda-feira foram adiadas para o início de 2027.
A decisão chegou aos colaboradores nesta terça-feira via e-mail, consultado pelo Financial Times, com o banco a explicar que vai manter os três dias no escritório, mas o prazo para cumprimento desta regra passou a ser o início de 2027 e não a próxima segunda-feira. Até la, o Barclays vai ter um período transitório.
Os bancários britânicos apelaram ao sindicato para defender uma isenção desta regra para quem tivesse viagens mais longas para o escritório e para todos receberem uma compensação única para atenuar os custos extra desta alteração.
A estrutura representativa de perto de 80% dos trabalhadores do Barclays defendeu o pagamento, bem como a isenção desta nova exigência para quem tem viagens superiores a 40 minutos ou cerca de 56 quilómetros.
O Barclays reforçou que pretende seguir em frente com estas regras, mas que vai estar atento ao feedback para garantir que os colegas recebem o apoio necessário. Tanto o banco como o sindicato afirmaram continuar as discussões sobre o assunto.
A mensagem do banco indica que os bancários se devem dirigir aos seus superiores caso não consigam cumprir com as novas regras de imediato.
A política de trabalho híbrido em vigor prevê dois dias presenciais por semana, no mínimo. Segundo as novas regras, os colaboradores passam a ter de ir ao escritório três dias por semana, passando a quatro dias no caso dos líderes séniores.
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