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Britânicos e espanhóis correm para comprar dívida portuguesa
A República Portuguesa regressou ao mercado de dívida de médio e longo prazo com uma emissão sindicada de 4 mil milhões de euros de OT a 10 anos, com juros de 3,25%.
09 Jan 2026 - 13:56
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A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), liderada por Pedro Cabeços, anunciou que a República Portuguesa (Moody’s A3/Sta, S&P A+/Sta, Fitch A/Sta, DBRS A(High)/Sta, Scope A/Pos) regressou ao mercado de dívida de médio e longo prazo com esta emissão sindicada de 4 mil milhões de euros a 10 anos, com um juro de 3,25%.
Segundo a instituição, na quinta-feira, 8 de janeiro, em menos de 1,5 horas, o livro de ordens de compra acelerou para mais de 42 mil milhões de euros. Pouco depois, o livro de ordens encerrou às 10:00 (hora de Lisboa) acima de 49 mil milhões de euros, um novo recorde para uma sindicação da República.
A nova OT de referência a 10 anos, no montante de 4 mil milhões de euros, foi oficialmente precificada com um cupão de 3,250% e uma yield de re-offer de 3,254%, correspondente a um spread de +37,9 bps face à DBR 2,9% fevereiro de 2036.
Segundo o IGCP, a operação foi alocada a uma combinação sólida de investidores de elevada qualidade. A distribuição geográfica foi bem diversificada, com forte participação de investidores sediados no Reino Unido (27,3%), bem como em França, Itália e Espanha (19,0%), Portugal (13,6%) e nos Países Nórdicos (11,7%). Por tipo de investidor, a nova OT de referência a 10 anos contou com forte apoio de Gestores de Fundos (34,8%), bem como de Bancos / Banca Privada (22,6%) e Bancos Centrais / Instituições Oficiais (21,5%).
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