1 min leitura
Certificados de Aforro sobem há 13 meses e atingem 39,4 mil milhões em outubro
Taxa de juro bruta dos Certificados de Aforro foi de 2,009% em outubro, subindo para 2,044% em novembro.
20 Nov 2025 - 10:51
1 min leitura
Foto: aipor
Mais recentes
- Associação Angolana de Bancos lança campanha nacional de prevenção a fraude
- Novo Banco leva aos investidores portugueses quatro ETF da americana ARK Invest
- Crédito Agrícola lança nova campanha promocional de crédito à habitação
- Remuneração média dos administradores executivos das empresas cotadas na Bolsa espanhola foi de 2,4 milhões de euros
- DBRS sobe classificação do Millennium bcp face à forte rentabilidade dos últimos anos
- Pontes: BCE lança projeto de tokenização de ativos e investe em títulos tokenizados
Foto: aipor
Os Certificados de Aforro continuam numa ascensão cada vez menos acentuada. Outubro foi o 13.º mês seguido de subidas, com o valor total a atingir 39,4 mil milhões de euros, o que fica 348 milhões acima de setembro. Este é, portanto, um novo máximo atingido pelo valor investido pelos portugueses em dívida do Estado.
O incremento face ao mês anterior é mais modesto, tal como tem sido a tendência, como se pode verificar nos dados divulgados nesta quinta-feira pelo Banco de Portugal. Entre agosto e setembro, o aumento dos Certificados de Aforro foi de 491 milhões.
Quando comparado com o mês homólogo, é possível observar que o valor registado em outubro está 5,3 mil milhões acima.
Recorde-se que a taxa de juro bruta dos Certificados de Aforro, em outubro, foi 2,009%. Contudo, em novembro, o IGCP já anunciou uma ligeira subida para 2,044%.
Olhando para a evolução dos Certificados de Aforro, é possível observar que o valor de outubro é quase o triplo daquele que se registava em julho de 2022.
Mais recentes
- Associação Angolana de Bancos lança campanha nacional de prevenção a fraude
- Novo Banco leva aos investidores portugueses quatro ETF da americana ARK Invest
- Crédito Agrícola lança nova campanha promocional de crédito à habitação
- Remuneração média dos administradores executivos das empresas cotadas na Bolsa espanhola foi de 2,4 milhões de euros
- DBRS sobe classificação do Millennium bcp face à forte rentabilidade dos últimos anos
- Pontes: BCE lança projeto de tokenização de ativos e investe em títulos tokenizados