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CGD estuda colocar BCI na Bolsa de Valores de Moçambique
O CEO da CGD reafirmou ainda a intenção do banco se manter acionista do BCI, ao contrário do BPI, que manifestou recentemente a intenção de vender a sua participação.
06 Mai 2026 - 09:53
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Foto: BCI
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Foto: BCI
O grupo português Caixa Geral de Depósitos (CGD), que lidera o Banco Comercial de Investimentos (BCI), maior banco de Moçambique, analisou nesta terça-feira, com o Presidente moçambicano, a possibilidade deste ser cotado na bolsa de valores, bem como de apoiar na materialização de investimentos. “Dissemos a sua excelência que estamos em Moçambique nos bons e nos momentos menos bons. Ou seja, tem havido um conjunto de dificuldades, designadamente naturais, outras económicas e geopolíticas e, portanto, a Caixa percebe que é nestes momentos que também deve afirmar a sua presença”, disse o CEO da CGD, Paulo Macedo.
O responsável falava após uma audiência com o chefe do Estado moçambicano, Daniel Chapo, em que adiantou que foram discutidas as possibilidades deste banco estabelecer concessões para investimentos negociadas entre os Estados português e moçambicano, apoiando na materialização dos referidos acordos alcançados recentemente no plano da cooperação bilateral.
“Por outro lado, também falámos de perspetivas para o banco, designadamente se o banco deveria vir a poder ser cotado na Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), (…) o nosso compromisso também em melhorar o serviço do próprio BCI à população moçambicana e às empresas moçambicanas”, disse. Paulo Macedo afirmou ter assegurado ao Presidente moçambicano que a CGD pretende continuar a ser acionista do BCI, interesse que já tinha manifestado antes, em finais de fevereiro, a propósito da intenção do BPI de vender a sua posição no BCI.
O BCI tem um capital social de 10 mil milhões de meticais (138 milhões de euros), numa estrutura acionista liderada (51%) pela Caixa Participações, do grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), contando com o banco português BPI (35,67%) e ainda diretamente pela CGD (10,51%), entre outros, tendo fechado 2024 com 2712 trabalhadores.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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