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DBRS sobe ‘rating’ de emissor de longo prazo da CGD para A (alta) com perspetiva estável
A DBRS elogia a "geração de resultados robusta e resiliente" da CGD, considerando que o banco está "bem posicionado para manter os seus atuais níveis de rentabilidade".
12 Jun 2026 - 17:13
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Sede da CGD | Foto: CGD
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Sede da CGD | Foto: CGD
A agência Morningstar DBRS subiu o ‘rating’ da Caixa Geral de Depósitos (CGD), enquanto emissor de longo prazo, de ‘A’ para ‘A’ (alta), com perspetiva estável, adiantou, num comunicado divulgado nesta sexta-feira. A DBRS indicou que subiu também as suas notações de crédito da dívida sénior de longo prazo de ‘A’ para ‘A’ (alta).
A DBRS subiu ainda o ‘rating’ de emissor de curto prazo do banco de ‘R-1’ (baixa) para ‘R-1’ (média). Simultaneamente, a agência confirmou as notações de crédito dos depósitos de longo prazo e dos depósitos de curto prazo do banco em ‘A’ (alta) e ‘R-1’ (média), respetivamente, “uma vez que se situam ao mesmo nível da República de Portugal”.
“A Morningstar DBRS alterou a tendência da notação de crédito dos depósitos de longo prazo do banco de estável para positiva”, sendo que “as tendências das restantes notações de crédito permanecem estáveis”.
“As melhorias na notação de crédito refletem a geração de resultados robusta e resiliente da CGD, apoiada por um crescimento de crédito sólido, uma elevada margem de juro líquida, custos operacionais bem controlados e um custo de risco negativo, mesmo num ambiente de taxas de juro mais normalizado”, indicou a DBRS, na mesma nota. A agência considera que o banco está “bem posicionado para manter os seus atuais níveis de rentabilidade”, tendo em conta a sua “posição de liderança em Portugal e na resiliência da economia portuguesa, apesar de um ambiente macroeconómico global desafiante”.
Segundo a DBRS, as melhorias nas notações “incorporam também a melhoria sustentada nos indicadores de qualidade dos ativos da CGD e a sua forte posição de capital”, tendo ainda em conta “a base de financiamento por depósitos forte e granular da CGD e o seu sólido perfil de liquidez”.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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