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Draycott quer adquirir sociedade de investimentos ECS

A Draycott aguarda agora a aprovação da Autoridade da Concorrência e a não oposição da CMVM.

06 Out 2026 - 18:14

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joão coelho borges CEO da Draycott | Foto Draycott

joão coelho borges draycott

joão coelho borges CEO da Draycott | Foto Draycott

A Draycott anunciou, nesta terça-feira, que vai adquirir a ECS, uma sociedade gestora portuguesa de investimentos. As duas empresas chegaram a uma transação, “através da qual a ECS passa a integrar a plataforma de gestão de ativos promovida pela Draycott”.

Segundo a Draycott, a operação foi comunicada à Autoridade da Concorrência e está sujeita à celebração de acordos definitivos e às aprovações regulatórias aplicáveis, incluindo a não oposição da CMVM. A Davidson Kempner, atual acionista da ECS, continua um parceiro estratégico da plataforma, revela a empresa.

“A ECS acrescenta à plataforma uma equipa sénior, com mais de duas décadas de histórico na originação, execução e gestão de ativos complexos, com especialização reconhecida em várias classes de ativos, bem como um conjunto de relações e parcerias institucionais com investidores de escala global, construídas através da execução de mandatos de gestão de elevada exigência”, considera a Draycott.

Esta transação surge cerca de três meses após a aquisição da Square Asset Management, que é, de acordo com a Draycott, a maior sociedade gestora independente de fundos de investimento imobiliário abertos na Península Ibérica.

“A plataforma ganha assim dimensão e competências para originar e executar operações de maior escala e complexidade, alargar a base de investidores nacionais e internacionais e acompanhar o desenvolvimento do mercado ibérico de ativos alternativos”, acrescenta em comunicado.

A Draycott assegura que “ambas as entidades partilham a ambição de construir, a partir de Portugal, uma plataforma independente de referência, assente na disciplina de investimento, na integridade e em elevados padrões de gestão, com o objetivo de gerar retornos atrativos e consistentes para os seus investidores”.

Com a operação, a gestão dos fundos, mandatos e ativos sob gestão vai manter-se, assim como os atuais interlocutores junto de investidores, parceiros e entidades financiadoras, informa.

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