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Fidelidade dá moratória de 60 dias no pagamento de prémios de seguros
Companhia dispensou de peritagem presencial os processos de seguro multirriscos até 5000 euros
23 Fev 2026 - 19:52
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Foto: Jornal PT50/Luís Alves Almeida
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Foto: Jornal PT50/Luís Alves Almeida
A Fidelidade concedeu uma moratória de 60 dias no pagamento de prémios de seguros a particulares e empresas residentes ou com bens seguros nos territórios em situação de calamidade devido ao mau tempo, foi anunciado nesta segunda-feira
“Face ao impacto das tempestades que atingiram várias regiões de Portugal e à situação de calamidade que foi decretada em diversos concelhos do país, a Fidelidade decidiu conceder uma moratória de 60 dias no pagamento de prémios de seguros a clientes particulares e empresas residentes ou com bens seguros nesses territórios”, anunciou, em comunicado, a seguradora.
A Fidelidade também já tinha criado uma linha específica de atendimento prioritário devido ao impacto do mau tempo, deslocado unidades móveis de emergência para as zonas afetadas e reforçado as equipas de peritos no terreno.
Foram ainda mobilizadas equipas de gestão de sinistros para as regiões afetadas e dispensados de peritagem presencial os processos de multirrisco habitação até 5.000 euros.
“A Fidelidade continua a acompanhar de forma permanente a evolução da situação, atuando com máxima diligência na regularização dos processos e em estreita articulação com a sua rede comercial, com o objetivo de apoiar os clientes e as populações afetadas na retoma da normalidade o mais rapidamente possível”, sublinhou.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou em 15 de fevereiro.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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