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FSB reforça necessidade de esforços para melhorar pagamentos transfronteiriços
O Conselho de Estabilidade Financeira publicou relatórios sobre pagamentos transfronteiriços. Custos altos e falta de incentivos dificultam a adoção do Identificador de Entidade Legal.
21 Out 2024 - 17:24
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O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB na sigla inglesa) publicou nesta segunda-feira três relatórios de progresso relacionados com pagamentos transfronteiriços. Esta entidade conclui que, apesar de alguns avanços claros a nível global, ainda há esforços necessários por parte de reguladores e outros stakeholders na melhoria da experiência de utilizador em pagamentos transfronteiriços.
Segundo os dados apresentados, a adoção do Identificador de Entidade Legal (LEI na sigla inglesa) tem crescido de forma substancial desde 2019, mas ainda denota obstáculos nos pagamentos transfronteiriços. O relatório menciona também jurisdições onde não houve qualquer progresso neste campo. As duas principais razões apresentadas são os custos, em especial em jurisdições de baixos rendimentos, e a falta de incentivos para que o mercado adote o sistema de forma voluntária.
O G20, na sua lista de objetivos, define os pagamentos transfronteiriços como uma prioridade. A organização pretende que estes sejam mais rápidos, baratos e transparentes, mantendo sempre a sua segurança. Ainda que mais de metade dessa lista esteja cumprida, o FSB não deixa de sublinhar os esforços necessários para melhorar a experiência do utilizador na ótica dos pagamentos.
Para cumprir com os objetivos de 2027 para o G20, o FSB destaca três áreas prioritárias em que vai desenvolver ações específicas para fazer avançar o plano. São elas: interoperabilidade e extensão dos sistemas de pagamento; quadros jurídicos, regulamentares e de supervisão; e normas de intercâmbio e mensagens transfronteiriças.
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