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Goldman Sachs fecha 2025 com margem financeira a disparar 68% e lucro de 14,75 mil milhões
O Goldman Sachs explica que houve uma queda no custo de financiamento e um aumento dos ativos que geram juros, o que justifica a subida da margem financeira.
15 Jan 2026 - 15:36
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O Goldman Sachs reportou nesta quinta-feira um lucro de 14,75 mil milhões em 2025, o que equivale a um aumento de 20% face ao ano anterior. No entanto, analisando os dados divulgados pela empresa americana, o número que se destaca é o de crescimento da margem financeira entre 2024 e 2025. Houve um aumento de 68%, elevando este valor de 6,91 mil milhões para 11,64 mil milhões.
Segundo o Goldman Sachs, este desempenho da margem financeira traduz uma diminuição nos custos de financiamento e, por outro lado, o aumento dos ativos que geram juros.
No que diz respeito às receitas totais do banco, estas aumentaram 9% para 50 mil milhões de euros. Contrariamente à margem financeira, a receita não provinda de juros sofreu uma quebra, de 2%, para 38,39 mil milhões. Dentro destas receitas, o banco teve quebras nas comissões e taxas, nos mercados e em outras transações principais, de 1%, 2% e 66%, respetivamente. Estas descidas foram parcialmente compensadas por aumentos em banca de investimento e gestão de investimento.
As despesas operacionais, por sua vez, subiram 11% entre 2024 e 2025, totalizando 32,22 mil milhões. O Goldman Sachs registou, em 2025, um rácio de eficiência de 64,4%, o que implica uma deterioração de 1,3 pontos percentuais.
Em termos de rentabilidade, o Goldman Sachs contou com um ROE de 15%.
Já o rácio CET1 desceu de 15% no final de 2024 para 14,4% no final de 2025.
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