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HSBC inaugura seis centros de gestão de património na China em seis meses
O banco com sede em Londres pretende expandir o seu negócio de gestão de património no maior mercado asiático de clientes de elevado património. Estão previstos mais quatro centros até ao final do ano.
22 Abr 2025 - 10:03
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Foto: HSBC
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Foto: HSBC
O Grupo HSBC está a expandir a sua presença na China para captar clientes de elevado património, ao inaugurar seis centros de gestão de património em seis meses no território.
O banco pretende estabelecer mais centros semelhantes em cidades-chave como Guangzhou, Nanjing, Qingdao e Dalian em 2025.
Recorde-se que o CEO do grupo, Georges Elhedery, que assumiu a direção em setembro do ano passado, tem vindo a tomar medidas para aumentar a rentabilidade do banco e a reforçar o foco do banco, com sede em Londres, na Ásia, onde obtém a maior parte dos seus lucros.
Esta expansão reforça o compromisso do HSBC em aprofundar a sua presença num mercado que alberga a maior população abastada da Ásia e a segunda maior a nível global, e demonstra a confiança do banco no crescimento sustentável do mercado de gestão de património na China continental.
O HSBC China já abriu centros deste tipo em grandes cidades como Pequim, Chengdu, Ningbo, Xangai, Shenzhen e Wuxi.
O banco explica que estes centros transformam e modernizam as agências tradicionais ao criar espaços e ambientes que promovem um melhor relacionamento entre clientes, gestores de conta e especialistas em património.
Os centros têm, em média, cerca de 1.800 metros quadrados — quatro vezes o tamanho das agências tradicionais do HSBC China — e contam com quatro vezes mais colaboradores. A instituição explica em comunicado que, ao dedicar mais espaço a conversas privadas e atividades com os clientes, e menos a áreas de transações como balcões, os centros de património combinam planeamento financeiro com eventos ligados ao estilo de vida e experiências “para além da banca”.
Nos últimos meses, o HSBC também abriu centros deste género em Hong Kong, Singapura, Taiwan e Malásia.
“O mercado de gestão de património na China continental é essencial para a nossa ambição de sermos o principal gestor internacional de patrimónios para clientes abastados e de elevado património na Ásia. Há uma procura crescente por diversificação de ativos, acumulação de riqueza a longo prazo e soluções de planeamento para a reforma. Estas dinâmicas criam oportunidades entusiasmantes para a colaboração entre instituições nacionais e internacionais e para o desenvolvimento do setor”, refere Kai Zhang, diretor de Património internacional na Ásia.
O HSBC mantém-se como um dos principais bancos estrangeiros neste mercado. Em 2024, o HSBC China concluiu a aquisição da carteira de gestão de património de retalho do Citi na China continental.
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