Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

2 min leitura

Juros de renegociações e novos créditos à habitação baixam para 2,83% em fevereiro

Face ao mês de janeiro, a taxa de juro média caiu 0,01 pp. Quando comparada com o período homólogo, o a diferença sobe para 0,34 pp. Prestação média sobe desde agosto.

01 Abr 2026 - 13:52

2 min leitura

Foto: Pexels

Foto: Pexels

A taxa de juro média das novas operações de crédito à habitação voltou a descer em fevereiro, para 2,83%, em linha com o registado no último meio ano, mas abaixo dos 3,17% homólogos, revelou nesta quarta-feira o Banco de Portugal. Segundo dados do banco central, a taxa de juro média das novas operações de crédito à habitação, que inclui novos contratos e renegociações, atingiu em fevereiro 2,83%, contra 2,84% em janeiro.

Este valor tem oscilado entre um máximo de 2,88% em setembro de 2025 e 2,82% em novembro passado, depois de um período mais alto em 2023 – chegando aos 4,31%.

Por segmento, tanto a taxa de juro média dos novos contratos como a das renegociações recuaram em cadeia 0,01 pontos percentuais (pp), para, respetivamente, 2,83% e 2,84%, que comparam com 3,09% e 3,48% um ano antes. Na área do euro, a taxa de juro média aumentou 0,01 pp em cadeia, para 3,37%, tendo Portugal apresentado a quinta taxa de juro média mais baixa para as novas operações de empréstimos à habitação, atrás de Malta, Bulgária, Espanha e Finlândia.

Já a prestação média mensal do ‘stock’ de empréstimos à habitação aumentou 1 euro face a janeiro, para 422 euros, registando subidas todos os meses desde agosto.

A taxa fixa apresentava a maior taxa de juro entre as novas operações (3,72%, mais 0,27 pp em cadeia), seguindo-se a taxa variável (2,85%, +0,02 pp) e a taxa mista (2,71%, -0,02 pp). Em fevereiro, 76% dos novos empréstimos à habitação foram contratados a taxa mista, 22% com recurso a taxa variável e 2% a taxa fixa.

A Euribor a 12 meses, que foi a mais utilizada durante quase dois anos, até abril, representou, em fevereiro, 36,5% do montante das novas operações com taxa variável, enquanto a Euribor a três meses subiu para 9,5%. As operações com Euribor a seis meses representaram mais de metade (50,6%).

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade