4 min leitura
Montepio Gestão de Activos é a gestora que leva mais prémios da APFIPP para casa
A Montepio Gestão de Activos arrecadou cinco distinções. Também fundos pertencentes ao BPI, Novo Banco, Bankinter, CGD e Santander foram premiados.
29 Mai 2026 - 11:51
4 min leitura
#image_title
Mais recentes
- CGD e Novo Banco nos Europe’s Climate Leaders 2026 do Financial Times
- Seis maiores economias da UE chegam a acordo para supervisão europeia dos mercados
- Prejuízos do Banco de Moçambique triplicaram em 2025
- Prestação da casa volta a subir nos empréstimos com Euribor a 3, 6 e 12 meses
- Primeira reunião dos bancos centrais de língua portuguesa
- Fundação Santander já apoiou meio milhão de pessoas
#image_title
A Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP) atribuiu 21 prémios a vários organismos de investimento coletivo mobiliário, organismos de investimento alternativo imobiliário e fundos de pensões abertos. Entre os vencedores, a Montepio Gestão de Activos, enquanto sociedade gestora, foi a que alcançou mais vitórias, levando cinco prémios para casa.
Na área de Gestão Nacional de Organismos de Investimento Coletivo em Valores Mobiliários e de Organismos de Investimento Alternativo, a Montepio Gestão de Activos venceu nas categorias de OIC de Ações Americanas, Outros OIC de Ações, OIC de Curto Prazo e OIC de Obrigações de Taxa Indexada. Já na Gestão Nacional de Organismos de Investimento Alternativo Imobiliários, ganhou na categoria de OIA Imobiliários Abertos de Distribuição.
Segundo a APFIPP explica, em comunicado, “a avaliação teve por base a rendibilidade histórica obtida e o respetivo risco associado”. “Esta iniciativa da APFIPP pretende premiar a Gestão Nacional de Fundos, independentemente da jurisdição em que estes se encontrem domiciliados, procurando distinguir a excelência nacional na Gestão de Organismos de Investimento Coletivo e de Fundos de Pensões”, acrescenta a associação.
Entre os restantes vencedores estão ainda a BPI Gestão de Ativos, vencedora em OIC Multi-Ativos Moderados e OIC Multi-Ativos Equilibrados. Já o BPI Vida e Pensões ganhou na categoria de Fundos de Pensões Abertos com Risco 4.
Por sua vez, a GNB – Gestão de Ativos, pertencente ao Grupo Novo Banco, arrecadou dois prémios nas categorias de Outros OIC de Obrigações e Fundos de Pensões Abertos com Risco 3. Também a Bankinter Gestión de Activos – Sucursal em Portugal alcançou duas vitórias, em Fundos PPR com Risco 2 e Fundos PPR com Risco 3. Já a Invest Gestão de Activos venceu em Fundos PPR com Risco 5 e em OIA Imobiliários Fechados de Promoção.
Por fim, ainda dentro das entidades do setor bancário, a Caixa Gestão de Ativos venceu a categoria de OIC de Ações Europeias e a Santander Asset Management a de OIC Flexíveis.
A APFIPP revela ainda que os 21 fundos premiados representam apenas 3,2% do universo total de organismos de investimento coletivo e de fundos de pensões abertos analisados nesta 12.ª edição dos prémios. No final de 2025, estes fundos geriam um montante global de 4,73 mil milhões de euros.
Além dos fundos premiados, a APFIPP atribui também a distinção de Personalidade do Ano. Nesta edição, foi entregue a Maria Luís Albuquerque, comissária europeia com a área dos serviços financeiros. Este prémio surge como “reconhecimento pelo seu papel na promoção da iniciativa União da Poupança e dos Investimentos”. O presidente da APFIPP, João Pratas, considera que “a União da Poupança e dos Investimentos procura, precisamente, corrigir esta assimetria” que é a elevada poupança na Europa e a fraca alocação da mesma para instrumentos financeiros “que financiem o crescimento económico e que propiciem maiores rendibilidades aos aforradores”.
A APFIPP refere que pretende “afirmar-se como um espaço de ligação entre a indústria e a academia, promovendo o aprofundamento do conhecimento e da literacia financeira”. Neste sentido, distinguiu também uma dissertação de mestrado de Tiago Henrique Martins Barbosa, da Universidade do Minho, intitulada “The Risk-Adjusted Performance of SDG-Aligned and ESG ETFs”.
A associação considera que “o trabalho evidencia que a integração de critérios de sustentabilidade pode ser feita sem comprometer o desempenho financeiro, reforçando a relevância do investimento responsável no contexto atual dos mercados financeiros e o seu papel no aprofundamento da literacia financeira”.
Mais recentes
- CGD e Novo Banco nos Europe’s Climate Leaders 2026 do Financial Times
- Seis maiores economias da UE chegam a acordo para supervisão europeia dos mercados
- Prejuízos do Banco de Moçambique triplicaram em 2025
- Prestação da casa volta a subir nos empréstimos com Euribor a 3, 6 e 12 meses
- Primeira reunião dos bancos centrais de língua portuguesa
- Fundação Santander já apoiou meio milhão de pessoas