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“Não se fala de dinheiro à mesa”, mas a Fidelidade quer mudar essa realidade

A Fidelidade quer que os portugueses vejam a empresa como um destino para as suas poupanças. Neste momento, a seguradora tem cerca de 3% das poupanças nacionais e quer 6% até 2030.

29 Abr 2026 - 12:40

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Cristina Tavares, Head of Branding & Communication da Fidelidade e Sérgio Carvalho, Head of Marketing and Client da Fidelidade | Foto: Fidelidade

Cristina Tavares, Head of Branding & Communication da Fidelidade e Sérgio Carvalho, Head of Marketing and Client da Fidelidade | Foto: Fidelidade

A Fidelidade lançou uma campanha nesta quarta-feira, intitulada “Mais do que seguros, seguros a falar de dinheiro”. A empresa tem como objetivo quebrar o tabu enraizado na sociedade portuguesa sobre falar de dinheiro, revelou num encontro com jornalistas em Lisboa, onde explicou ainda que quer dar a volta à expressão “não se fala de dinheiro à mesa”, desconstruindo a mesma.

Num país onde a longevidade aumenta cada vez mais, indica a empresa, “a poupança deixa de ser apenas um comportamento prudente. Passa a ser uma condição essencial de segurança, independência e bem-estar ao longo da vida”. A seguradora quer, portanto, ver mais poupanças canalizadas para os seus produtos. Neste momento, gerem 3% da poupança dos portugueses e esperam alcançar 6% até 2030.

A Fidelidade acredita que o problema da falta de poupança dos portugueses – que têm uma taxa de poupança de 12,5%, contra 15,7% na Zona Euro – não se fica apenas pela literacia financeira. A questão é cultural e, neste sentido, a seguradora vai ter a campanha em questão a decorrer até ao final do ano, em vários formatos, para contrariar esta realidade.

A Fidelidade, apontou o ‘head’ de Marketing e Cliente da instituição, Sérgio Carvalho, quer que os portugueses deixem de ver a empresa apenas como uma seguradora e passem a recorrer a esta também para aplicar as suas poupanças. Este é um dos focos estratégicos da empresa, a par de garantir produtos ajustados e estimular poupança, aumentar a educação financeira e capitalizar a proximidade da rede de distribuição.

A questão da rede de distribuição ganha mais importância, segundo Sérgio Carvalho, devido ao rumo dos bancos no sentido contrário, que têm vindo a reduzir a sua presença física no território. Ainda assim, adianta, a Caixa Geral de Depósitos – acionista da Fidelidade com 15% – continua a ser o principal canal de distribuição dos produtos.

Paralelamente à presença física, a Fidelidade destaca ainda a sua aplicação de poupança e investimento. Em 2025, revela, esta cresceu 20% em clientes, superando os 100 mil, e 43% em ativos sob gestão para 647,7 milhões de euros. A aplicação permite definir objetivos personalizados, planos flexíveis de poupanças e dispõe de quatro opções de investimento de acordo com o perfil de risco. O MySavings tem também um produto que paga um juro diário.

No que diz respeito à literacia financeira, a instituição tem apoiado iniciativas que contribuem para a educação financeira na idade adulta, como a Escola das Finanças e Finanças para Todos. O ‘head’ de Marketing e Cliente salienta ainda o Trusty, o brinquedo que foi lançado no Natal com o intuito de incutir ensinamentos sobre este tema em crianças com mais de seis anos.

A Fidelidade tem ainda investido na formação dos seus colaboradores. São já mais de 150 com certificação obtida através de um programa avançado de dois anos, com “requisitos competitivos”. Sérgio Carvalho explica que pretendem aumentar o número de certificações, a um ritmo de 50 por ano, que é precisamente a quantidade de vagas disponíveis.

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