1 min leitura
Novo crédito ao consumo com recorde de 6,44 mil milhões em 2024
O crédito ao consumo teve um aumento de 12% em relação a 2023. Este valor é o maior desde 2014. O crédito para outros fins também subiu, alcançando 2,47 mil milhões de euros, um aumento de 44%.
04 Fev 2025 - 16:14
1 min leitura
Foto: Pixabay
Mais recentes
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
- Intervenções nacionais impedem os bancos de ganhar escala
- Santander oferece até 95% da pensão em novo plano de pré-reformas em Espanha
- Fim da fragmentação pode libertar 230 mil milhões de euros em ativos de elevada qualidade
Foto: Pixabay
O novo crédito ao consumo atingiu em 2024 o valor máximo em 10 anos ao totalizar 6,44 mil milhões de euros, mais 12% do que em 2023, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco de Portugal.
O crédito ao consumo concedido pelos bancos em 2024 (6,44 mil milhões de euros, excluindo renegociações) representa o maior valor desde o início da série (dezembro de 2014). Nestes 10 anos, o segundo ano com mais novo crédito ao consumo (a seguir a 2024) foi em 2022. Então, foram concedidos 5,8 mil milhões de euros em empréstimos ao consumo.
Já em crédito a outros fins foram emprestados pelas instituições financeiras 2,47 mil milhões de euros em 2024, mais 44% do que no ano anterior, também neste caso o valor máximo desde dezembro de 2014.
O crédito ao consumo é o financiamento com destino à compra de bens e serviços como automóveis, eletrodomésticos ou, por exemplo, serviços de educação e saúde.
Agência Lusa
Mais recentes
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
- Intervenções nacionais impedem os bancos de ganhar escala
- Santander oferece até 95% da pensão em novo plano de pré-reformas em Espanha
- Fim da fragmentação pode libertar 230 mil milhões de euros em ativos de elevada qualidade