2 min leitura
Openbank lança negociação de criptoativos na Alemanha
Banco digital do Santander – o Openbank – passa a permitir aos clientes alemães comprar, vender e manter contas em criptomoedas
17 Set 2025 - 10:42
2 min leitura
Foto: Banco Santander
Mais recentes
- Commerzbank vs UniCredit: uma luta pela independência com quase dez anos de história
- Será a soberania financeira incompatível com a União Bancária?
- Independência dos bancos centrais, dívida pública e desregulação: os avisos de Isabel Schnabel
- Paulo Macedo: “A garantia pública tem impacto no preço das casas”
- Um ano depois, margem do BCP continua a ser a única a resistir na banca portuguesa
- CGD com lucros de 397 milhões nos primeiros três meses de 2026
Foto: Banco Santander
O Santander lançou na Alemanha, através do seu banco digital Openbank, a possibilidade de os clientes abrirem contas e negociarem criptoativos. Os alemães podem negociar Bitcoin, Ether, Litecoin, Polygon e Cardano, estando prevista a introdução de outras opções, abrangidas pelas garantias e pela proteção ao investidor oferecidas pelo Regulamento dos Mercados Europeus de Criptoativos (MiCA), que entrou esta semana no Parlamento português para discussão e votação.
De acordo com o Santander, o serviço será alargado a clientes em Espanha nas próximas semanas, enquanto o Openbank deverá também lançar novas funcionalidades, como a conversão entre diferentes criptomoedas. O banco cobra uma comissão de 1,49% sobre a compra e venda de ativos (com um mínimo de um euro por operação) e não aplica taxas de custódia.
“Ao incorporarmos as principais criptomoedas na nossa plataforma de investimentos, estamos a responder à procura de alguns dos nossos clientes e continuamos a reforçar uma ampla gama de produtos e serviços, através de uma plataforma tecnológica ágil e simples, apoiada por um dos principais grupos financeiros do mundo”, afirma Coty de Monteverde, responsável pela área de criptoativos do Grupo Santander.
Mais recentes
- Commerzbank vs UniCredit: uma luta pela independência com quase dez anos de história
- Será a soberania financeira incompatível com a União Bancária?
- Independência dos bancos centrais, dívida pública e desregulação: os avisos de Isabel Schnabel
- Paulo Macedo: “A garantia pública tem impacto no preço das casas”
- Um ano depois, margem do BCP continua a ser a única a resistir na banca portuguesa
- CGD com lucros de 397 milhões nos primeiros três meses de 2026