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Pico das férias traz quebra nos depósitos: particulares tinham menos 2,6 mil milhões em agosto

O 'stock' de depósitos de particulares caiu para 204,2 mil milhões em agosto. Taxa de variação anual foi a mais baixa desde fevereiro de 2024.

25 Set 2026 - 11:37

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Foto Pexels

Autor

Luís Alves Almeida

Jornalista

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Os depósitos dos particulares caíram, em agosto, para 204,2 mil milhões de euros, menos 2,6 mil milhões do que no mês anterior. Apesar da quebra em cadeia, trata-se de um aumento homólogo do ‘stock’ de depósitos de 3,7%, o valor mais baixo desde fevereiro de 2024.

Esta subida anual configura uma desaceleração face a julho, quando cresceram 4,5%. De acordo com a justificação do Banco de Portugal, “esta desaceleração reflete um efeito de sazonalidade, que foi mais pronunciado em 2026”.

Segundo os dados do banco central, a quebra nos depósitos deveu-se a uma descida de 2,25 mil milhões nas responsabilidades à vista, maioritariamente depósitos à ordem, e ainda uma redução de 347 milhões nos depósitos a prazo.

Por sua vez, o ‘stock’ de depósitos das empresas cresceu 11,5% para 81,4 mil milhões. Trata-se de uma subida de 2,86 mil milhões em relação ao mês passado. A taxa de variação anual foi igual à de julho.

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