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Presidente do BPF quer criar um fundo soberano de capital até final do mandato
O BPF já recebeu 7150 candidaturas para linhas de crédito InvestEU. Há negociações com a Comissão Europeia para apoiar exportadores com 3,5 mil milhões de euros.
06 Mai 2025 - 11:48
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CEO do BPF, Gonçalo Regalado | Foto: BPF
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CEO do BPF, Gonçalo Regalado | Foto: BPF
O presidente do Banco Português de Fomento (BPF), Gonçalo Regalado, tem como objetivo até ao final deste mandato criar e construir um fundo soberano de capital, segundo defendeu nesta terça-feira. “O nosso grande objetivo, e deve ser o objetivo de qualquer português, é até ao final deste mandato, criar um fundo soberano de capital”, reiterou, na conferência Banking on Change, organizada pelo ECO em Lisboa.
O responsável defendeu que “é bom que Portugal tenha esta dimensão”, apontando que “os países desenvolvidos têm ou fundos soberanos ou bancos soberanos”. Já a forma de financiar este fundo soberano está a ser trabalhada e estruturada, numa proposta vai ser apresentada ao acionista, o Estado, revelou.
Gonçalo Regalado informou também que o BPF colocou linhas de crédito do InvestEU com processos mais ágeis e simples e recebeu 7150 candidaturas no primeiro mês. O presidente do BPF sinalizou que são linhas que já existiam, mas foram reformulados os processos, tendo em vista “dar garantias aos empresários diretamente”. “Recebemos 7150 candidaturas, 2,1 mil milhões de euros de apetite de investimento para fundo de maneio e para outro investimento”, adiantou o responsável, acrescentando que, “num mês, já foram aprovadas mais de 4 mil operações, há cerca de 1,1 mil milhões de euros aprovados e já há quase 650 contratações com 180 milhões de euros já com ‘funding'”.
Gonçalo Regalado apontou que o “objetivo é acelerar o processo e o banco tem hoje capacidade para que estas linhas que já estavam na carteira do banco possam ir até 8,5 mil milhões de euros”.
Além disso, o BPF está em negociações com a Comissão Europeia, para ter uma linha para os exportadores, de 3,5 mil milhões de euros “para permitir aos exportadores portugueses ter uma linha para investimento com alguma solução, como também foi feito na covid”.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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