1 min leitura
PSI fecha em máximos desde junho de 2008 com impulso das construtoras
Teixeira Duarte e Mota-Engil lideraram as subidas do PSI, crescendo 8,03% e 5,15%, respetivamente.
09 Fev 2026 - 18:13
1 min leitura
Foto: Adobe Stock/Golden House Images
Mais recentes
- Bancários convocam greve para 30 de novembro em protesto por aumentos de 2%
- Preço das casas é principal vulnerabilidade do setor financeiro português
- SIBS preparada para implementar o euro digital no sistema de pagamentos
- Paulo Macedo vê resiliência do sistema financeiro português como “consequência positiva” da regulação
- Catástrofes naturais causam perdas de 93,2 mil milhões de euros às seguradoras
- Álvaro Santos Pereira: “A resiliência não pode ser dada como garantida. É um trabalho contínuo”
Foto: Adobe Stock/Golden House Images
A bolsa de Lisboa fechou nesta segunda-feira em máximos, desde junho de 2008, avançando 1,13%, para 8.991,17 pontos, com a Teixeira Duarte e a Mota-Engil a liderar as subidas, crescendo 8,03% e 5,15%, respetivamente.
Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 14 subiram, uma desceu e a Ibersol manteve-se inalterada em 11,05 euros.
As principais praças europeias fecharam em alta, com Milão a avançar 2,06%, Madrid 1,40%, Frankfurt 1,19%, Paris 0,60% e Londres 0,16%.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- Bancários convocam greve para 30 de novembro em protesto por aumentos de 2%
- Preço das casas é principal vulnerabilidade do setor financeiro português
- SIBS preparada para implementar o euro digital no sistema de pagamentos
- Paulo Macedo vê resiliência do sistema financeiro português como “consequência positiva” da regulação
- Catástrofes naturais causam perdas de 93,2 mil milhões de euros às seguradoras
- Álvaro Santos Pereira: “A resiliência não pode ser dada como garantida. É um trabalho contínuo”