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Revolut pede licença bancária nos EUA
Uma licença bancária nos EUA vai permitir à Revolut o lançamento de novos produtos. Revolut pediu, em janeiro, licença bancária no Perú.
05 Mar 2026 - 13:07
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Foto: Revolut
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Foto: Revolut
A Revolut apresentou um pedido formal ao Gabinete do Controlador da Moeda (OCC) e à Corporação Federal de Seguro de Depósitos (FDIC) dos EUA para obter uma licença bancária federal ‘federal charter’ no país. A tecnológica financeira anunciou que Cetin Duransoy foi nomeado CEO para os Estados Unidos. Duransoy sucederá Sid Jajodia, que continuará na empresa como responsável global pela banca.
Esta licença bancária federal americana permitirá à Revolut desenvolver novos produtos, operar nos 50 estados dos EUA sob a supervisão de organismos federais, ligar-se diretamente a sistemas como o Fedwire e o ACH, oferecer diretamente créditos pessoais, cartões de crédito e depósitos segurados.
A entidade destaca que a obtenção desta licença será um “avanço importante” na sua estratégia de expansão para 30 novos mercados até 2030 e de atingir 100 milhões de utilizadores em meados de 2027.
Como parte desta iniciativa, lembra que recentemente lançou as suas operações bancárias no México, obteve licenças de pagamentos na Índia e a aprovação inicial (in-principle) para operar nos Emirados Árabes Unidos, além da inauguração da sua nova sede global em Londres.
O banco digital britânico tem avançado substancialmente na sua operação na América Latina. Em janeiro, a Revolut apresentou um pedido de licença bancária no Perú, sendo o quinto país na região onde opera ou tenciona operar, além do México, Brasil, Argentina e Colômbia. No total, a ‘fintech’ opera em 40 mercados, revela.
Em novembro de 2025, a Revolut concluiu uma oferta secundária de ações, elevando a avaliação da empresa para 75 mil milhões de dólares (64,61 mil milhões de euros) e estabelecendo-a como uma das empresas tecnológicas privadas mais valiosas do mundo.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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