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Volume de negócios do Banco CTT sobe 8,3% até setembro para 7,6 mil milhões
Rendimentos operacionais chegaram a 104 milhões, uma subida de 8%. O Banco CTT registou um aumento de 18,1% no crédito à habitação e de 6,7% no crédito automóvel.
30 Out 2025 - 18:06
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O volume de negócios do Banco CTT cresceu 8,3% nos primeiros nove meses do ano, face a igual período de 2024, para 7,6 mil milhões de euros, divulgaram nesta quinta-feira os CTT. Em comunicado, adiantam que este desempenho é explicado, essencialmente, “pelos depósitos de clientes (consolidado Banco CTT), que se situaram em 4,2 mil milhões de euros”, mais 3,9% do que nos primeiros nove meses de 2024, pelo crédito a clientes (2,1 mil milhões de euros, +15,4%), suportado pelo crédito automóvel (+6,7% para mil milhões de euros) e pelo crédito à habitação (+18,1% para 945,4 milhões de euros) e pelas poupanças ‘off-balance’, que totalizaram 1,24 mil milhões de euros (+18,9%).
Os rendimentos operacionais do Banco CTT atingiram 104 milhões de euros até setembro, mais 8% homólogos. “Este crescimento, fortemente impulsionado pelo contínuo aumento da base de clientes (+3,8% homólogos), conduziu a um incremento anual” de 8,3% do volume de negócios e induziu “um desempenho positivo da margem financeira”, que se situou em 76,9 milhões de euros (+5,2%), e das comissões recebidas, que totalizaram 24,5 milhões de euros (+14%).
No final de setembro, o número de contas à ordem era 701 mil (+3,8%), mais 20,1 mil face a dezembro de 2024.
Os juros recebidos do crédito automóvel atingiram 49,7 milhões de euros (+10,4%) e a produção de crédito automóvel situou-se em 219,4 milhões de euros (+11,6%). Já os juros recebidos de crédito à habitação totalizaram 21,9 milhões de euros no período (-7,6%). “Este desempenho está em linha com a evolução das taxas Euribor”, adiantam os CTT, referindo que “a produção de crédito à habitação situou-se em 210,9 milhões de euros” no final de setembro, +69,9% homólogos.
No período em análise, as comissões recebidas atingiram 24,5 milhões de euros, um aumento de 14%, destacando-se as contribuições positivas do crédito habitação, contas e cartões, crédito ao Consumo e poupanças ‘off-balance’ e seguros, que ascenderam a 21,4 milhões de euros (+16,7%).
O resultado EBIT recorrente atingiu 18,5 milhões de euros (-0,3%), estabilizando face ao período homólogo.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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